Seis empresas dos Emirados Árabes, Iêmen, Jordânia, Kuwait e Bahrein estão em São Paulo para participar da feira Apas, de supermercados, que começa hoje e segue até quinta-feira.
Oportunidades de Negócios
O presidente da Sagia, a agência saudita de promoção de investimentos, Amr Al Dabbagh, viaja no final do mês para falar com empresários sobre projetos em seu país e conhecer oportunidades no Brasil.
País pretende aplicar o total, entre recursos públicos e privados, até 2020 na diversificação de sua economia. O plano envolve o fortalecimento de três setores e a construção de quatro cidades.
A Biomm, de biotecnologia, e a Petrobras assinam neste domingo acordos com companhias sauditas. Um deles envolve a produção de insulina para comercialização no Oriente Médio.
Companhias como Petrobras, Marcopolo, Randon, Vale, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Sadia e Perdigão vão participar dos encontros de negócios paralelos à viagem do presidente ao país árabe.
A classificação foi feita pelo Banco Mundial com 181 instituições internacionais de atração de investimentos e destacou a brasileira Apex, que perdeu apenas para a agência da Áustria.
A Sierra, com sede em Gramado, fabrica móveis e artigos de decoração de luxo e exporta para mais de 20 países, como Emirados, Argélia e Catar. Este ano a empresa quer ampliar as exportações em 20%.
O dado foi apresentado pela Apex e indica que o segmento responde por 10,5% das vendas externas do país. A agência tem um programa de incentivo às exportações de pequenas empresas via tradings.
Divisão de termoplásticos da petroquímica saudita terá estande na feira que ocorre durante esta semana, em São Paulo.
As vendas da indústria de roupa de cama, mesa e banho para Estados Unidos e UE caíram por causa da crise. Agora ela busca ampliar sua participação em mercados emergentes.
Para promover os produtos brasileiros, a Associação da Indústria de Rochas Ornamentais terá um estande com três empresas na Hotel Show, feira do setor de hotelaria que será realizada no final do mês.
As rodadas de negócio da feira de tecnologia agrícola, que terminou sábado, devem render US$ 12 milhões para as empresas brasileiras. Entre os compradores árabes, uma companhia do Sudão fechou pedido.
O ministro egípcio da Indústria e Comércio, Rachid Mohamed Rachid, disse que pretende voltar ao Brasil este ano com uma delegação empresarial. Ele recebeu, no Cairo, o presidente da Câmara Árabe.
A indústria paulista, que exporta utilidades domésticas em plástico para cerca de 30 países, está desenvolvendo um plano de expansão de vendas para países da Europa, Oriente Médio e África.

