Companhias como Petrobras, Marcopolo, Randon, Vale, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Sadia e Perdigão vão participar dos encontros de negócios paralelos à viagem do presidente ao país árabe.
Oportunidades de Negócios
A classificação foi feita pelo Banco Mundial com 181 instituições internacionais de atração de investimentos e destacou a brasileira Apex, que perdeu apenas para a agência da Áustria.
A Sierra, com sede em Gramado, fabrica móveis e artigos de decoração de luxo e exporta para mais de 20 países, como Emirados, Argélia e Catar. Este ano a empresa quer ampliar as exportações em 20%.
O dado foi apresentado pela Apex e indica que o segmento responde por 10,5% das vendas externas do país. A agência tem um programa de incentivo às exportações de pequenas empresas via tradings.
Divisão de termoplásticos da petroquímica saudita terá estande na feira que ocorre durante esta semana, em São Paulo.
As vendas da indústria de roupa de cama, mesa e banho para Estados Unidos e UE caíram por causa da crise. Agora ela busca ampliar sua participação em mercados emergentes.
Para promover os produtos brasileiros, a Associação da Indústria de Rochas Ornamentais terá um estande com três empresas na Hotel Show, feira do setor de hotelaria que será realizada no final do mês.
As rodadas de negócio da feira de tecnologia agrícola, que terminou sábado, devem render US$ 12 milhões para as empresas brasileiras. Entre os compradores árabes, uma companhia do Sudão fechou pedido.
O ministro egípcio da Indústria e Comércio, Rachid Mohamed Rachid, disse que pretende voltar ao Brasil este ano com uma delegação empresarial. Ele recebeu, no Cairo, o presidente da Câmara Árabe.
A indústria paulista, que exporta utilidades domésticas em plástico para cerca de 30 países, está desenvolvendo um plano de expansão de vendas para países da Europa, Oriente Médio e África.
Para diversificar mercados, a fabricante de acessórios para escritórios Acrimet aposta nas vendas aos países árabes. Em março, a empresa participou de uma feira em Dubai e aguarda os resultados.
A fábrica de cereais matinais já exporta para cinco países árabes e pretende fortalecer a marca na região. A meta da empresa é aumentar de 1% para 5% a participação das exportações em sua receita.
O dado faz parte de uma pesquisa da Bain & Company e é uma previsão para os quatro primeiros meses do ano. No Oriente Médio, porém, as vendas do segmento vão crescer 2%.
A próxima feira de supermercados do Brasil, que vai ocorrer em maio, terá expositores e importadores árabes. A participação é organizada pela Câmara Árabe e a Apex, que terão estandes na mostra.

