Oportunidades de Negócios

A Janimar, indústria gaúcha, está chamando a atenção do mercado brasileiro com a produção de cuecas de tecido de fibra de bambu. As peças são ecologicamente corretas já que a planta demora menos tempo para crescer do que outros tipos de árvores com as quais é feita a viscose. No ano que vem, a Janimar pretende procurar compradores para o produto entre os árabes.

A indústria catarinense exportou, entre março e julho deste ano, 24 empacotadoras e 16 enfardadoras para uma usina de açúcar que está em construção no país árabe. Agora ela procura um parceiro local para instalar representação e assistência técnica no Egito. O mercado árabe será o foco da Raumak em 2008.

O Aviário Santo Antônio, de Minas Gerais, está dobrando este mês as exportações para uma indústria alimentícia de Jebel Ali, nos Emirados Árabes. Vão ser embarcados cerca de 1,8 milhão de ovos. O país é o primeiro destino das vendas externas da empresa.

A Nunaat, empresa de São Paulo, já embarcou mais de 50 toneladas de xampus, condicionadores e máscaras para cabelos para Arábia Saudita, Egito, Líbano e Kuwait. As exportações começaram no ano passado e devem aumentar a partir do ano que vem, após uma vista do diretor da companhia, Alexandre Vasto, à região.

O Egito e Santa Catarina têm potencial para aumentar a sua corrente comercial, que ficou em US$ 8,5 milhões no ano passado. Uma das oportunidades está no setor têxtil já que as indústrias catarinenses estão se esforçando para produzir artigos de maior valor agregado e os egípcios possuem matérias-primas de qualidade na área. O tema foi assunto de um encontro ontem em Florianópolis.

Empresários catarinenses participam nesta terça-feira de um seminário sobre as possibilidades de negócios entre o estado e o Egito. O evento faz parte de uma série de encontros que começaram a ser promovidos em junho sobre o tema e vão ocorrer até o final do ano em diferentes regiões do Brasil.   

Representantes do departamento de organizações de feiras internacionais do país estão na capital paulista participando da feira Art Mundi. O governo sírio tem interesse em trazer empresários para outras feiras de artesanato e demais setores no Brasil.

A entidade, junto com a Apex, vai levar empresários do ramo de construção para o Kuwait, Catar e Emirados na segunda quinzena de novembro, países onde o segmento está em franca expansão. Antes, em 20 de setembro, será realizado um seminário sobre o tema em São Paulo.

A indústria brasileira de carrocerias para ônibus já exporta para diversos países árabes no Golfo e estuda oportunidades também no Norte da África. O gerente-executivo da empresa, Paulo José Guarese, recebeu o cônsul comercial do Egito, Mohamed Bakri, ontem na sede da companhia, em Caxias do Sul.

Da redação São Paulo – São Paulo recebe a partir de amanhã (07) a Art Mundi 2007 – Feira Mundial de Artesanato, que vai reunir cerca de 1,5 mil artesãos do Brasil e de outros 30 países, entre eles do Líbano, Síria, Egito, Iêmen, Tunísia e Palestina. O evento segue até dia 16 no Pavilhão

Da redação São Paulo – A Câmara de Comércio Árabe Brasileira, o Escritório Comercial do Egito em São Paulo e a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) promovem hoje (05), em Porto Alegre, o seminário "Oportunidades de negócios com o Egito". O cônsul comercial do país árabe, Mohamed Bakri Agami, vai falar

As companhias são de médio porte e atuam em diferentes ramos, como a Eniem, de produtos eletrônicos, a Enpec, fabricante de baterias automotivas, e a Sonatro, construtora de estradas. Com as vendas, o governo pretende melhorar a gestão das indústrias, criar empregos e fortalecer os segmentos não ligados ao petróleo.