Setor avançou sobre fevereiro, quando o desempenho foi ruim, segundo dados do IBGE. Mas em relação a março do ano passado, houve recuo de 11,4%.
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Apesar da queda na economia, indústrias árabes querem vender ao Brasil e acreditam nas possibilidades do mercado local. Empresas da Tunísia, Jordânia, Emirados e Egito expõem na feira Apas.
País embarcou 421 mil toneladas em abril. Receita subiu 9,8% no mês e chegou a US$ 620 milhões.
Superávit de US$ 4,861 bilhões em abril foi o maior para o mês desde o início da série histórica. Vendas externas avançaram 1,4% e somaram US$ 15,4 bilhões.
Sobe de 0,38% para 1,1% a alíquota do imposto na aquisição de moeda estrangeira em espécie.
Em reunião na Câmara Árabe, delegação do país africano falou do interesse em fornecer estes produtos aos supermercados brasileiros. Feira da Associação Paulista de Supermercados terá participação de três empresas da Tunísia.
Delegação comercial do país árabe, liderada pela Câmara de Comércio da Jordânia, tem atividades na capital paulista a partir desta segunda-feira, entre elas participação na Feira Apas.
Companhia aérea do Catar fará evento para recrutar comissários de bordo no dia 14 de maio, em São Paulo. Para participar, é preciso se inscrever pelo site da empresa.
Linyon, de Curitiba, tem atuação social e trabalha para conseguir vagas de emprego para imigrantes. Ela também acompanha abertura de negócios e dá palestras sobre o tema em escolas e empresas.
Fundo árabe para investimentos em agricultura comprou 20% do frigorífico no fim de 2015. Nesta sexta-feira, executivos das duas instituições afirmaram que a crise brasileira não deve afetar negócios.
Moeda norte-americana encerrou a sexta-feira vendida a R$ 3,44%, com desvalorização de 1,65%. É a cotação mais baixa desde 31 de julho de 2015.
Receita no Oriente Médio e do Norte da África chegou a R$ 1,6 bilhão no primeiro trimestre deste ano. Volume comercializado também cresceu.
Medidas de reestruturação podem gerar economia de R$ 1,8 bilhão anualmente. Acionistas da empresa aprovaram plano nesta quinta-feira (28).
A Selial já embarcou a bebida aos Emirados, Líbano e Arábia Saudita. Agora, negocia com novos clientes sauditas e na Jordânia. Indústria envia 99% da produção ao exterior.

