Aumento ocorreu em relação a outubro de 2015 e foi o segundo consecutivo. Em comparação com novembro de 2014, porém, houve um recuo de 7,8%.
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Preço baixo das commodities influenciou o desempenho da balança em 2015. Saldo comercial foi positivo para o Brasil em US$ 4,99 bilhões, cerca de um quarto do superávit registrado pelo País no ano.
Em novembro de 2015, nove das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE registraram atividade menor.
Brasil faturou US$ 5,9 bilhões com as vendas externas em 2015, um recuo de 18% em relação a 2014. Mercado egípcio, porém, cresceu 8%.
Acordo entre o Fundo Monetário Internacional ainda não envolve dinheiro, mas acompanhamento para reduzir gastos e aperfeiçoar sistema financeiro.
Petrolífera estatal reduziu de US$ 130 bilhões para US$ 98 bilhões o total previsto para ser aplicado até 2019. Queda do preço do petróleo e valorização do dólar pesaram na decisão.
Companhia Nacional de Abastecimento estima produção de 210,5 milhões de toneladas de grãos no ciclo 2015/2016, já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística prevê 210,7 milhões de toneladas no atual ano civil.
Entidade promove palestra com a economista Zeina Latif e divulga seu calendário de atividades para este ano, no dia 28, em São Paulo.
Principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo encerrou esta segunda-feira no menor patamar desde 17 de março de 2009. Dólar subiu.
Brasil exportou quase 19 mil toneladas no ano passado, um crescimento de 53,5% sobre 2014. Emirados Árabes Unidos foram principal mercado.
Receita do Brasil com embarques do setor foi de US$ 88,22 bilhões, 8,8% menor do que em 2014. Ministério da Agricultura avalia que desempenho foi bom para um período de desaceleração econômica.
Brasil registrou saldo negativo de US$ 150 milhões na semana passada, resultado de exportações de US$ 2,922 bilhões e importações de US$ 3,072 bilhões.
Previsão é do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central com as perspectivas de instituições financeiras para a economia do Brasil. projeção é de retração de 2,99% em 2016.
Imigrantes árabes participam da plataforma Migraflix, que promove cursos rápidos ministrados por estrangeiros de baixa renda no Brasil. Culinária, arte, música, dança e moda estão entre os temas ensinados nas aulas.

