Encontro sobre perspectivas das relações do Brasil com os países árabes ocorre dia 17 de outubro. Entre os palestrantes, Fernando Pimentel, Pedro Malan, Delfim Netto e José Graziano.
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Dinheiro será usado pelo governo para comprar comida, gerar empregos e estabilizar a economia. Encontro realizado em Riad, na Arábia Saudita, reúne países e organizações para arrecadar fundos.
Segundo o Ministério da Agricultura, o recorde nos embarques ao exterior ocorrido em agosto não representa risco para o abastecimento interno do Brasil.
Governo brasileiro reduziu de 10% para 2% a alíquota do imposto do insumo.
As vendas de produtos brasileiros para as duas regiões renderam US$ 2,25 bilhões em agosto. As importações também recuaram no mês. Ministério culpa a crise internacional.
Superávit é resultado de exportações brasileiras de US$ 22 bilhões e importações de US$ 19 bilhões.
Fabricante brasileira de máquinas alimentícias procura representantes nos países árabes para expandir negócios. Empresa já exporta para Kuwait, Emirados Árabes e Arábia Saudita.
Analistas do mercado financeiro reduziram a projeção para o crescimento econômico do Brasil em 2012. A previsão agora é de 1,64% ante 1,73%.
Estado passou de 12 mil toneladas de produção no início dos anos 90 para mais de um milhão de toneladas. Chegada de novos empreendedores, desenvolvimento de tecnologia e mercado promissor ajudaram.
Governo brasileiro e FAO promovem seminário no Marrocos e na Tunísia para compartilhar politicas de combate à fome e à pobreza. Evento marca o início de uma agenda multilateral de cooperação.
O país árabe tem 1,5 milhão de hectares de terras agrícolas nas mãos de investidores de fora, diz estudo da FAO e do Fida.
Segundo Associação Internacional de Transporte Aéreo, demanda de passageiros na região aumentou 11,2% em julho. Houve alta também na América Latina e África.
Objetivo é mostrar produtos e serviços do país que não são da cadeia do petróleo e gás. Programação inclui rodadas de negócios e as incrições se encerram em 04 de outubro.
Valor não foi suficiente para cobrir os gastos com juros da dívida e o Brasil acumulou déficit nominal de R$ 11,9 bilhões no mês.

