O vice-presidente brasileiro fará visita ao país árabe de 18 a 23 de novembro. Ele terá reuniões com o presidente e o primeiro-ministro e vai visitar a fragata União, que integra força de paz da ONU.
Relações Exteriores
Dinheiro será utilizado pela agência da ONU para alimentar crianças desnutridas na Somália.
O economista Alaa Eldin Hussien Aly acaba de assumir o posto em São Paulo. Sua principal missão será promover as exportações egípcias para o Brasil.
Centro de distribuição nos Emirados irá ajudar Unicef a distribuir alimentos mais rapidamente para crianças desnutridas do Chifre da África.
A presidente afirmou, em Cannes, na França, que a conferência da ONU no Rio será uma oportunidade para ‘a discussão do modelo de desenvolvimento que as nações querem para o futuro’.
Agência Brasileira de Cooperação assina memorando de entendimentos com entidade do fundador da Microsoft para ajudar países da África e do Sul da Ásia a aumentar a produtividade no campo.
Abdel Al-Kib foi nomeado chefe do governo provisório do país.
Nações Unidas lançam Ano Internacional das Cooperativas para promover a prática entre pequenos agricultores como forma de combate à fome. No Brasil, cooperados geraram 37,2% do PIB agrícola em 2009.
Agência da ONU reconheceu o país como membro pleno. Foram 107 votos a favor, 14 contra e 52 abstenções. Palestinos buscam o reconhecimento completo de seu estado.
Conselho de Segurança aprovou resolução que encerra a autorização para operação da Otan no país.
Chefes dos setores de Promoção Comercial de embaixadas brasileiras no Oriente Médio se reunirão na próxima semana, em Doha, para discutir meios de reforçar o comércio com a região.
Programa Mais Alimentos, desenvolvido no País desde 2008, agora será aberto às nações da África. Objetivo é ajudar os países do continente a obter soberania alimentar.
Conselho Nacional de Transição pediu que a organização permaneça no país até o final de novembro.
Acordo para construção de ferrovia nos Emirados Árabes, investimentos em infraestrutura e educação, parceria com universidades européias e mais importações do Brasil. É o outro lado da primavera árabe

