País vai ocupar vaga não permanente por dois anos a partir de 1º de janeiro de 2012.
Relações Exteriores
Governos e lideranças oferecem apoio à criação de um novo regime político na Líbia, após a morte de Muammar Kadafi. Declarações pregam superação de diferenças e unidade nacional.
Lideranças internacionais regiram à morte de Kadafi com mensagens de apoio a um processo democrático no país árabe, que passa por oito meses de conflito.
Afirmação é do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, que acompanha a presidente Dilma Rousseff em viagem à África.
Projeto social, fruto de parceria da ONU com a empresa Emdoc, promete ajudar estrangeiro que obtém refúgio no Brasil a encontrar emprego na sua área de atuação.
Durante a Cúpula do Ibas, que reúne Índia, Brasil e África do Sul, em Pretória, a presidente brasileira condenou a repressão na Síria e a intervenção armada na Líbia.
Delegações se reuniram em Ramallah, na Cisjordânia, e fixaram o objetivo de assinar um tratado de livre comércio já na próxima cúpula do bloco sul-americano, no final do ano, em Montevidéu.
O ministro brasileiro do Turismo, Gastão Vieira, disse que o tema está em estudos. Primeiros beneficiados serão norte-americanos, canadenses e mexicanos.
Novo subsecretário-geral para forças de paz, Hervé Ladsous, fará sua primeira viagem no cargo ao Sudão, Sudão do Sul e Etiópia. Ele afirmou que a União Africana é ‘parceira indispensável’.
União Européia poderá financiar criação de Silicon Valley no Norte da África.
Antonio Patriota anunciou uma série de medidas de reforço na atuação comercial do ministério. Entre elas estão o aumento da participação em feiras no exterior e a formação de diplomatas na área.
Tratado de livre comércio entre o Mercosul e a Palestina deverá ser assinado até o final do próximo ano, diz Carlos Ceglia, diretor do Departamento do Oriente Médio do Itamaraty.
Encontro da agência das Nações Unidas vai ocorrer de 08 a 14 de outubro em Gyeongju, na Coreia do Sul.
A jornalista Tawakkul Karman divide o prêmio com duas africanas, a presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, e a ativista Leymah Gbowee. A decisão foi anunciada na manhã desta sexta-feira.

