O país árabe estima produzir 295 mil toneladas neste ano, uma alta de 3,5%. Principais frutas são pêssegos, damascos, ameixas e nectarinas.
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Líderes no campo de países como o Djibuti vêm demandando mais acesso à tecnologia e financiamento. Para elas, Brasil pode ser um parceiro estratégico.
Ex-ministros da Agricultura falaram sobre os impactos do conflito entre Rússia e Ucrânia no agronegócio brasileiro no programa Agro 360 do canal Terraviva. O presidente da Câmara Árabe, Osmar Chohfi, participou.
O país árabe trouxe produtos como a goma árabe e os fertilizantes orgânicos para seu pavilhão na Expo 2020 Dubai. Já em inovação, o Sudão mostrou a história de pesquisadores e startups.
Visando desenvolvimento econômico, Somália mostra na Expo 2020 Dubai metas de melhorar infraestrutura em setores como energético, da agricultura e da chamada economia azul.
O canal Terraviva reuniu mulheres de diferentes instituições para falar sobre a participação feminina no agronegócio. Países árabes estiveram entre os tópicos do debate.
Durante evento promovido pela ApexBrasil em Dubai, executivos brasileiros mostraram projetos em sustentabilidade e tecnologia. Câmara Árabe apoiou o evento.
A região de AlUla, na Arábia Saudita, é produtora de cítricos e vai sediar um festival dedicado ao cultivo dessas frutas.
Executivos do Ministério da Agricultura da Jordânia e da Arábia Saudita falaram sobre formas de aumentar o volume produtivo e fazer intercâmbio de alimentos.
‘Sustentabilidade e tecnologia no setor de alimentos no Brasil’ foi o tema do último painel do primeiro dia do fórum de negócios Global Halal Brazil, promovido pela Câmara Árabe e Fambras Halal.
Com base no estudo da Inteligência de Mercado da Câmara Árabe, o ANBA Cast conta como os árabes tem investido em tecnologia.
As tratativas são para que a Embrapa firme acordo com o Instituto Nacional de Pesquisa Agrícola do Marrocos. Os tópicos da cooperação devem ser material genético, manejo de solos e fertilizantes e o Zoneamento Agrícola de Risco Climático.
O Produto Interno Bruto de atividades não petrolíferas cresceu 5,7% no primeiro trimestre de 2021. No mesmo período, o PIB total teve queda.
Em meio às incertezas no mercado externo, compras de milho do Brasil pelos árabes somaram US$ 212,5 milhões de janeiro a março de 2021. O dado mostra um aumento de 132% e reflete a menor disponibilidade de fornecedores dos Estados Unidos, que fecharam grandes contratos com a China.

