Panorama da produção e consumo mundial de café apresentado no Coffee Summit nesta quarta-feira aponta que mercado chinês é promissor para produtores. Brasil está exportando com crescimento acima da média para países árabes.
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Previsão é de uma safra de 51 milhões de sacas, segundo a Conab. Redução é resultado da bienalidade desta cultura.
Vendas do produto aos países árabes somaram 554,6 mil sacas de janeiro a abril. Receita cresceu 8%, para US$ 66,2 milhões, segundo o Cecafé.
A meta foi apresentada pelo presidente do Centro de Multi Commodities de Dubai (DMCC), Ahmed Bin Sulayem, durante o Global Business Forum para a América Latina, no Panamá.
País exportou 429 mil sacas de 60 quilos à região no primeiro trimestre, um aumento de 39% sobre o mesmo período do ano passado.
Brasil embarcou o equivalente a US$ 7,25 bilhões em produtos do setor no mês passado.
Brasil embarcou 281,6 mil sacas de 60 quilos à região no primeiro bimestre. Vendas renderam US$ 33,7 milhões, um aumento de 8%.
Foram embarcadas 3,28 milhões de sacas em janeiro, o que gerou receita de US$ 439 milhões.
A comercial exportadora e importadora ALM Brazil vende produtos tipicamente brasileiros para África, Ásia e Oriente Médio. No final deste mês, lançará marca halal voltada ao mercado árabe.
O projeto Memórias do Café Árabe ouve imigrantes que escolheram o Brasil para viver e que contam sobre os ritos que envolvem a bebida.
Fazedores de Café promove curso gratuito que abrange desde a produção até o negócio de cafeteria no Brasil, e recebe sua primeira turma de alunos imigrantes. Músico sírio é um deles.
País vendeu 1,68 milhão de sacas à região no ano passado. Líbano é o principal mercado do bloco, mas a Síria surpreendeu em segundo lugar.
País deve produzir 59,6 milhões de sacas de 60 kg este ano, indica o levantamento de novembro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Foram embarcadas 3,68 milhões de sacas no mês passado. Receita caiu 1%, para US$ 485 milhões. Volume vendido para países árabes aumentou 15% no acumulado do ano.

