O aumento das vendas ao Oriente Médio e, especificamente aos árabes, é ‘grata surpresa’ para o presidente da maior cooperativa de cafeicultores do Brasil.
exportação
Em janeiro, os países árabes foram destaque entre os mercados do café brasileiro, comprando 121,7 mil sacas de 60 kg do produto
Exportações brasileiras do produto cresceram 15% no total. Entre os árabes, no entanto, o recuo nos envios foi de 3,5% frente a janeiro de 2019.
Produção da fruta pode chegar a 330 mil toneladas este ano, segundo o ministro da Agricultura do país, Samir Taïeb.
País figurou entre os mercados que cresceram mais de 20% no ano passado. Embarques ao mundo árabe avançaram 5%. Cecafé vai participar pela primeira vez da Gulfood, em Dubai.
Saldo negativo ficou em US$ 6,9 bilhões no ano passado, resultado de exportações de US$ 15,5 bilhões e importações de US$ 22,5 bilhões.
Dados da Abicalçados mostram queda de 0,9% na receita e aumento de 0,9% no volume exportado em relação a 2018. Emirados Árabes foram 14º maior mercado no ano.
Associação brasileira de fabricantes estima vendas de 3,05 milhões de unidades. Exportações, no entanto, devem cair.
País do Norte da África embarcou 49 mil toneladas em 2019, um aumento de 36% sobre 2018.
Vendas somaram US$ 11,3 bilhões de janeiro a novembro deste ano, com commodities agrícolas e minerais dominando a pauta.
Saldo negativo em transações correntes ficou em US$ 2,2 bilhões em novembro e em US$ 45 bilhões no acumulado do ano. Investimentos estrangeiros diretos, porém, cobrem o rombo.
Brasil exportou para a região quase 40% mais pares de janeiro a novembro. Houve aumento nas vendas para os principais mercados do bloco.
País árabe foi por oito anos o maior comprador de frango brasileiro. Em 2019, a China assumiu a primeira posição. Como bloco, os países árabes seguem à frente.
Das 15 empresas que estiveram no espaço brasileiro, quatro marcas comercializam café. No setor de cereais, a Alca Foods teve dois de seus produtos selecionados para participar do concurso Sial Innovation.

