País produziu em média 2,586 milhões de barris por dia no ano passado. Produção de gás natural, no entanto, cresceu 1%.
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Compradora é a Chevron e valor do negócio é de US$ 526 milhões.
Avanço da economia do país foi maior do que em 2017, porém, menor do que o previsto na Lei de Orçamento.
País tem 268,5 bilhões de barris de reservas provadas. Após auditoria da consultoria DeGolyer and MacNaughton, estimativa foi ampliada em 2,2 bilhões de barris.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) teve queda de 1,54% em novembro de 2018, a maior variação negativa desde janeiro de 2014.
Volume produzido foi de 3,274 milhões de barris diários de óleo equivalente. Recuo ocorreu em função de paradas para manutenção de três plataformas.
Recursos vieram da empresa Pré-Sal Petróleo (PPSA) vinculada ao Ministério de Minas e Energia.
Petrolífera estatal anunciou seu plano de negócios para o período de 2019 a 2023. Maior parte dos recursos vai para exploração e produção.
ANP habilitou mais nove companhias a apresentarem propostas para exploração e produção de petróleo e gás em campos ou blocos já licitados e devolvidos.
País produziu 117 milhões de metros cúbicos por dia em outubro, um aumento de 2,1% sobre o mesmo mês de 2017.
O país é o maior exportador de gás natural do mundo. Segundo o ministro da Energia, Saad al Kaabi, o objetivo é ‘focar no negócio do gás’.
FMI pede que países do Oriente Médio e Ásia Central se apressem em reduzir dívidas diante de um cenário de condições financeiras globais mais apertadas.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis vai oferecer, a partir de 2019, bolsas para graduação, mestrado e doutorado.
Companhia comprou do exterior 157 mil barris ao dia nos primeiros nove meses do ano, 34 mil a mais do que no mesmo período de 2017. Houve maior demanda no mercado interno e menor produção local.

