Cotações registraram alta de 5% em razão dos novos ataques no Estreito de Ormuz e ameaças sobre cobrança de taxas sobre mercadorias.
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Fundo Monetário Internacional avalia que país tem feito esforços para buscar receitas em outros setores da economia, mas ainda depende das receitas do petróleo.
O Ministério do Petróleo do Iraque informou planos de restaurar a produção e a exportação aos níveis anteriores à guerra, priorizando embarques pelos portos do sul do país.
Estados Unidos e Irã informaram que chegaram a um consenso para interromper hostilidades e reabrir o Estreito de Ormuz. Mercados reagem positivamente ao anúncio.
Instituição avalia que Norte da África e Oriente Médio terão atividade econômica prejudicada por conflito na região. Previsão é de redução no crescimento, diante dos 4% estimados para 2025.
Levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços mostra alta de 0,7% nas vendas e queda de 21,5% nas compras em comparação com o mesmo período de 2025.
Missão do Fundo Monetário Internacional conclui que o País está conseguindo administrar desafios do cenário internacional, mas precisa colocar dívida em trajetória de queda.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços organizados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira mostram crescimento dos embarques também no ano.
País afirma que decisão amplia flexibilidade para “responder à dinâmica do mercado” e avalia que há uma tendência de crescimento da demanda por energia no médio prazo.
Objetivo é atrair investimentos e transferência de tecnologia ao setor por meio da exploração de sete campos, alguns com reservas estimadas em mais de 100 milhões de barris.
Cotações da commodity registram queda com a expectativa de retorno da navegação comercial pela região. Armadores globais demonstram cautela com o anúncio.
Ministério do Petróleo iraquiano informou que iniciou envios de caminhões-tanque com petróleo para a Síria. Iraque depende de Estreito de Ormuz para exportações enquando Síria tem costa no Mediterâneo.
Relatório de comissão da ONU adverte quanto a consequências do conflito no Oriente Médio sobre sistemas de energia, água e alimentos dos países árabes. Aumento de 20% nos preços da comida pode levar 5 milhões de pessoas à insegurança alimentar na região.
Sultan Ahmed Al Jaber, ministro dos Emirados e CEO da Adnoc, falou sobre os impactos da interrupção do Estreito de Ormuz na economia global. Pelo local é transportado percentual importante de insumos essenciais ao mundo.

