Maior evento do setor de plásticos, petroquímicos e borrachas do mundo árabe ocorre de 08 a 10 de janeiro em Dubai. Ano passado, segmento gerou US$ 32 bilhões em receitas às nações do Golfo.
Economistas acreditam que haverá leve melhora no ano que vem, mas que País precisará superar problemas políticos para voltar a crescer.
Índice da Fundação Getulio Vargas recuou 2,2 pontos em dezembro.
País deve ter queda de 3,49% no Produto Interno Bruto este ano. Projeção é pior que a da semana passada, mas estimativa para a inflação é melhor.
Região respondia por 9% das exportações via o sistema dos Correios em 2015 e caiu entre janeiro e novembro deste ano. Arábia Saudita é sétimo maior destino do serviço no ranking geral.
Governo brasileiro destinou R$ 1,2 milhão para a compra de alimentos no país árabe, no Sudão do Sul e no Haiti. Recursos são da Agência Brasileira de Cooperação.
Saldo de financiamentos apresentará primeiro recuo já registrado pelo Banco Central se projeção para este ano se confirmar.
História com contos árabes poderá ser ouvida por crianças na próxima terça-feira (27) no Sesc da cidade do ABC Paulista. A artista responsável pelo espetáculo é a descendente de libaneses Cris Guerra.
Aumento foi de 12,8% nos onze primeiros meses do ano.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas teve queda de 5,8 pontos em dezembro e ficou no menor patamar desde junho.
Organização confirmou participação de 12 pessoas da região para o projeto comprador, que oferece condições especiais a convidados internacionais. Feira de calçados ocorre em janeiro em São Paulo.
Foram produzidas 51,37 milhões de sacas este ano, um aumento de 19% sobre a safra anterior.
Em 2015, pela primeira vez desde 2001, o valor do comércio internacional caiu mesmo com crescimento econômico. A organização sugere mudança na dinâmica da globalização.
Saldo negativo das contas sauditas deverá alcançar US$ 79 bilhões, abaixo das expectativas de US$ 87 bilhões. Governo gastou menos e receitas superaram estimativas.

