Moeda norte-americana registrou depreciação de 2% nesta sexta-feira (20), após semana de instabilidade no mercado financeiro.
Representante do país do Golfo na ONU disse que mais de US$ 2 bilhões foram liberados em ajuda humanitária, de US$ 2,4 bilhões oferecidos em conferência realizada no ano passado. Novo evento ocorrerá no dia 31.
País já recebeu o campeonato em 2009 e 2010 e foi novamente escolhido como sede pela Fifa. As duas últimas edições ocorreram no Marrocos.
Queda ocorreu em janeiro deste ano sobre igual período do ano passado, segundo pesquisa do IBGE.
Governo brasileiro repudiou ‘com veemência’ ataques em duas mesquitas de Sanaa, capital do país árabe, ocorridos nesta sexta-feira, com mais de uma centena de mortos.
Peça teatral ‘Cartas Libanesas’ estreia nesta sexta-feira e conta a história do personagem Miguel Mahfouz, que se mudou do Líbano para o Brasil em 1914. Texto foi feito a partir de relatos de imigrantes.
Missão do Fundo visitou o país árabe e fez avaliação positiva da economia. Desembolso ainda precisa da aprovação da diretoria da instituição.
Feira promove negócios entre operadores e agentes de turismo. Já confirmaram presença Abu Dhabi, Egito, Marrocos, Jordânia e a Emirates Airline.
Banco estatal de fomento liberou R$ 187,8 bilhões no ano passado, um recuo de pouco mais de 1% sobre 2013.
Adel Alkurdi, embaixador do país árabe em Brasília, deseja ver maior participação de brasileiros em eventos de negócios, além da realização de parcerias.
Indicador de evolução da produção ficou em 40,1 pontos, segundo Confederação Nacional da Indústria. Abaixo de 50 pontos ele sinaliza queda.
A partir de 15 de maio, os vistos de trânsito, negócios ou turismo não serão mais concedidos nos aeroportos do país. Brasileiros deverão fazer pedido com antecedência na embaixada ou no consulado.
Delegação brasileira que participa do Fórum Social Mundial na próxima semana será composta por representantes do governo, como a ministra Ideli Salvati, de movimentos negros, femininos, estudantis, sindicais, entre outros.
Instituição revisou estimativas de dez países mais a zona do euro. Brasil é o único com previsão de crescimento negativo.

