São Paulo – A Zona Franca de Ras Al Khaimah (RAK FTZ, na sigla em inglês), nos Emirados Árabes Unidos, divulgou ontem (09) que teve um aumento de 10% nos registros de novas empresas e de 11% em suas receitas no ano passado, em comparação com 2008.
Segundo a organização, foram realizados 1.935 novos registros de companhias. As empresas de origem lideraram o número de adesões, com 37%, seguidas de companhias do Reino Unido, com 12%. O Egito foi o país do Oriente Médio com mais empresas registradas, 6% do total. A RAK FTZ não informou seu faturamento nominal em 2009, apenas o crescimento da receita.
“O progresso conquistado em 2009 pode ser atribuído ao fato de que estávamos cientes da realidade financeira enfrentada e adaptamos nossa estratégia de acordo com essa realidade. Nós criamos e implementamos planos de ação que nos assistiram durante a crise”, disse o CEO da RAK FTZ, Oussama El Omari, segundo nota da organização.
De acordo com ele, foi feito um esforço especial na divulgação internacional do centro de negócios, o que envolveu a realização de 158 atividades, principalmente em mercados considerados prioritários, como Jordânia, Síria, Índia, Líbano, Paquistão e Egito.
“Um dos nossos principais focos é apoiar as pequenas e médias empresas, porque uma indústria florescente de pequenas e médias empresas é um dos sinais mais vitais de uma economia florescente”, afirmou Omari, segundo a nota.
O setor mais representado na zona franca é o comércio com instalações de armazenamento, com 64% das companhias, seguido de empresas de consultoria e prestação de serviços (26%), comércio em geral (7%) e indústrias (3%).
Este ano, a RAK FTZ pretende focar suas ações de marketing na Turquia, Rússia, África do Sul e Estados Unidos. A meta é aumentar em 15% o número de novos registros, o que representa 2.250 empresas.

