IPCA teve recuo de 0,21%, taxa mais baixa para o mês desde 1994. Grupos Transportes e Habitação tiveram as maiores quedas.
Autor: Agência Brasil
Passaram pelo maior porto do Brasil 110,6 milhões de toneladas de cargas de janeiro a outubro. No entanto, em outubro, o volume caiu 9,8% sobre o mesmo mês do ano passado.
Foram comercializadas 2,3 milhões de unidades novas no País de janeiro a novembro, um aumento de 15% sobre o mesmo período de 2017. Resultado compensou queda das exportações.
Petrolífera estatal anunciou seu plano de negócios para o período de 2019 a 2023. Maior parte dos recursos vai para exploração e produção.
Saída de dólares do Brasil superou a entrada no mês passado. Déficit foi registrado no segmento financeiro.
ANP habilitou mais nove companhias a apresentarem propostas para exploração e produção de petróleo e gás em campos ou blocos já licitados e devolvidos.
Na passagem de setembro para outubro a produção da indústria avançou 0,2%, após três meses de queda.
Presidente Michel Temer autorizou doação para o Acnur e a OIM, entidades internacionais que auxiliam pessoas vulneráveis em situação de refúgio.
País produziu 117 milhões de metros cúbicos por dia em outubro, um aumento de 2,1% sobre o mesmo mês de 2017.
O país é o maior exportador de gás natural do mundo. Segundo o ministro da Energia, Saad al Kaabi, o objetivo é ‘focar no negócio do gás’.
Segundo maior saldo positivo registrado em meses de novembro é resultado de exportações brasileiras de US$ 21 bilhões e importações de US$ 17 bilhões.
Projeção do IPCA caiu pela sexta semana consecutiva, para 3,89% ao ano, segundo pesquisa do Banco Central.
Avanço no terceiro trimestre foi impulsionado pelo setor de serviços, segundo o IBGE.
Resultado primário do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central somou R$ 9,45 bilhões, o mais alto para outubro desde 2016.

