Conselho Monetário Nacional fixou os patamares de 4,25% para 2019 e de 4% em 2020. Desde 2003 a meta é 4,5%.
Autor: Agência Brasil
Indicador da Fundação Getulio Vargas sobre o tema avançou 14,4 pontos em junho sobre maio e ficou em 142,5 pontos, refletindo clima de incerteza econômica no Brasil.
Ministro da Fazenda declarou que a economia brasileira vai crescer menos do que o previsto pelo governo este ano.
Índice que mede a confiança do setor registrou recuo em junho.
Índice que mede variação de valores de produtos na saída das fábricas registrou inflação de 0,12% em maio, após queda em abril.
Superávit em transações correntes ficou em US$ 2,884 milhões no mês passado. No acumulado do ano há déficit de US$ 61 milhões.
O consumo de brasileiros em outros países somou US$ 1,4 bilhão em maio. O valor é o maior para o mês desde 2014.
Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria indica melhora no cenário, mas geração de postos de trabalho segue em queda.
Instituições financeiras estimam que economia brasileira vai crescer 0,39% neste ano. Projeção anterior era de 0,40%.
Endividamento externo e interno do Brasil aumentou no mês passado sobre abril. O estoque da dívida ficou em R$ 3,25 trilhões.
Governo egípcio abriu fronteira para passagem de oito caminhões para alimentar usina de geração de energia no território palestino.
O IPCA-15, prévia da inflação oficial, ficou em 0,16% em junho, abaixo da taxa de maio. É o menor percentual para o mês desde o ano de 2006, segundo o IBGE.
Relatório de Inflação divulgado pelo Banco Central do Brasil aponta avanço de 0,5% na economia e inflação de 3,8% no fim do ano.
Índice que mede confiança de industriais recuou 1,8 ponto percentual para 51,9 pontos neste mês A queda ocorreu após quatro meses de estabilidade.

