Índice de valores de produtos básicos brasileiros teve leve queda de 0,02% em junho sobre maio. No acumulado de 12 meses, porém, indicador recuou 4,6%.
Autor: Agência Brasil
Vendas externas renderam US$ 2,4 bilhões de janeiro a maio, um aumento de 4,1% sobre o mesmo período do ano passado.
Segundo pesquisa do IBGE, houve um avanço de 0,8% sobre abril e de 4% em relação a maio do ano passado.
Brasil produziu em média 2,5 milhões de barris por dia em 2016, um aumento de 3,2% sobre 2015. Exportação da commodity foi recorde.
Quantidade de passageiros de companhias aéreas recuou 6,9% no Brasil em 2016 depois de 13 anos seguidos de crescimento.
País encerrou maio com 13,8 milhões de desempregados, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada pelo IBGE.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada estima que a retomada da economia do Brasil será mais gradual do que o esperado em março.
Conselho Monetário Nacional fixou os patamares de 4,25% para 2019 e de 4% em 2020. Desde 2003 a meta é 4,5%.
Indicador da Fundação Getulio Vargas sobre o tema avançou 14,4 pontos em junho sobre maio e ficou em 142,5 pontos, refletindo clima de incerteza econômica no Brasil.
Ministro da Fazenda declarou que a economia brasileira vai crescer menos do que o previsto pelo governo este ano.
Índice que mede a confiança do setor registrou recuo em junho.
Índice que mede variação de valores de produtos na saída das fábricas registrou inflação de 0,12% em maio, após queda em abril.
Superávit em transações correntes ficou em US$ 2,884 milhões no mês passado. No acumulado do ano há déficit de US$ 61 milhões.
O consumo de brasileiros em outros países somou US$ 1,4 bilhão em maio. O valor é o maior para o mês desde 2014.

