Autor: Alexandre Rocha

Na terceira matéria da série sobre a Península Arábica, a ANBA mostra que a Arábia Saudita, apesar de conservadora do ponto de vista cultural e religioso, é aberta no que diz respeito ao comércio. O poder de compra do país mais rico do mundo árabe fica evidente nas lojas de luxo dos shoppings e na variedade de produtos nas prateleiras dos supermercados.

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Da redação* São Paulo – Os Emirados Árabes Unidos anunciaram o crescimento de sua economia em 7,4% em 2007, graças ao aumento do preço do petróleo e da expansão dos setores não petrolíferos. A informação foi publicada ontem (09) no site da TV Aljazeera na internet. O Ministério da Economia do país informou que o

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Da Agência Brasil Brasília – A primeira semana de março registrou exportações de US$ 3,228 bilhões e importações de US$ 3,387 bilhões, o que resultou em um saldo negativo de US$ 159 milhões. A informação é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que divulga todas as segundas-feiras dados da balança comercial semanal. Na

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Pouco conhecido dos brasileiros, o Iêmen transpira história. Com patrimônio preservado e antigas tradições mantidas, ele abre uma janela para o passado da Península Arábica. Leia sobre o país na segunda reportagem da série da ANBA sobre a região.

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Emirados Árabes, Arábia Saudita e Iêmen têm laços territoriais, históricos, étnicos, religiosos e econômicos. Mesmo assim, esses países tão próximos são também muito diferentes. A patir de hoje a ANBA mostra, em uma série de reportagens, as particularidades de cada um.

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Da redação São Paulo – As exportações brasileiras de café renderam quase US$ 340 milhões em fevereiro, um aumento de 18,3% em comparação com o mesmo mês do ano passado. A quantidade embarcada foi de 2.093.782 de sacas de 60 quilos, uma redução de 1,7% na mesma comparação. Os dados foram divulgados hoje (06) pelo

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Da Agência CNI Curitiba – O Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), está promovendo uma missão empresarial para a Feira Industrial de Hannover 2008, na Alemanha, que será realizada de 18 a 28 de

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Esse é o número de companhias do Brasil registradas como fornecedoras no Ministério da Indústria e Comércio do país. Segundo o vice-ministro, Ali Ahmed Al-Siaghi, os negócios podem crescer. Ele destacou também as oportunidades de investimentos existentes.

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Produtor de petróleo, o país compra no exterior desde alimentos até matérias-primas e bens acabados. As taxas de importação são baixas, ao redor de 5%. A economia local e as possibilidades de parcerias com o Brasil foi tema de um encontro ontem, no país árabe, entre o secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, e o presidente do Conselho da Federação das Câmaras de Comércio e Indústria do Iêmen, Mohammed Abdo Saeed.

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Representantes do Ministério da Agricultura que participaram de uma missão da área de alimentação ao Golfo Arábico, concluída esta semana, se surpreenderam com a demanda local por produtos agropecuários. Eles tiveram encontros com lideranças dos Emirados Árabes e Arábia Saudita, muitos dos quais desconheciam o potencial do Brasil na área agrícola.

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O Aeroporto de Dubai criou, no terminal de cargas, o Flower Center, armazém gigante para produtos perecíveis. Ali chegam flores de várias partes do mundo que são vendidas na região. Representantes da Câmara Árabe e do Ministério da Agricultura estiveram no local ontem e conversaram sobre exportação de flores brasileiras. 

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As empresas brasileiras que participaram da Gulfood, em Dubai, fecharam US$ 10 milhões em negócios durante a mostra e têm perspectiva de fechar mais US$ 60 milhões nos próximos doze meses. A feira, do setor de alimentação, terminou ontem e o pavihão brasileiro recebeu três mil visitantes.

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Em reuniões com representantes da Câmara Árabe e Ministério da Agricultura, ontem, em Riad, lideranças sauditas afirmaram que a liquidez proveniente do petróleo e os hábitos de consumo locais estão impulsionando a demanda por alimentos. Como o país está reduzindo plantações locais para economizar água para consumo humano, quer importar mais do Brasil.

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