Maringá, no Paraná, tem 330 mil habitantes e 320 toneladas diárias de lixo residencial. A prefeitura do município está apostando numa nova tecnologia que eliminará quase que por completo o lixo que segue para o aterro municipal. O projeto piloto vai durar nove meses.
Autor: Débora Rubin
Do deserto do Saara ao árido Nordeste brasileiro, pilotos de rali mostram em novo livro que o esporte vai muito além da aventura e da competição. É comendo poeira que pilotos, navegadores, mecânicos e toda a trupe envolvida têm contato com novas culturas e promovem assistência social nos lugares mais remotos.
Saldo da balança do agronegócio paulista foi de US$ 6,92 bilhões de janeiro a agosto – 8,6% maior que no último ano. As exportações agrícolas do estado representam mais de um quarto do total do Brasil. É de São Paulo que sai boa parte dos produtos exportados para os árabes, principalmente o açúcar e a carne bovina.
Uma não, muitas delas. A trading Business Brazil Importadora e Exportadora Ltda representa duas empresas fabricantes de portas de madeira e outros produtos como molduras e deckings. Presente nos Estados Unidos, Canadá, China e na Europa, agora a Business Brazil quer colocar seus clientes nos Emirados Árabes Unidos.
Estudantes, aposentados, jornalistas, descendentes e curiosos compõem a platéia do curso promovido pelo Instituto de Cultura Árabe, o Icarabe, sobre a história e a geopolítica dos países árabes. As aulas, que acontecem sempre às quartas, começaram no dia 15 agosto e terminam em 03 de outubro. O Instituto já prevê uma nova edição para 2008, já que nessa primeira teve até lista de espera.
Tecido feito de forma artesanal, o Khyiam é utilizado para decorar as tendas das noites de Ramadã no Egito. Essa prática milenar é a base de trabalho de diversas famílias no Cairo. No entanto, tecidos feitos em larga escala por fábricas, mais baratos que os tradicionais, podem por fim a essa técnica tão antiga.
O projeto da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção em parceria com a Apex foi criado em 2001 para estimular as exportações do setor. De lá para cá, 980 empresas já participaram das ações promovidas pela entidade. Para 2008, a associação prevê uma missão comercial em Dubai.
Era uma vez um jogador que queria uma oportunidade para jogar futebol no exterior. Um dia, seu caminho cruzou com o de um empresário meio brasileiro meio egípcio que queria contratar jovens craques para os times do Egito. Conheça a história de Rogério Dantas e de Mohammed Youssef e saiba porque essa parceria pode ser apenas a primeira de muitas.
A Pierglass, empresa do interior de São Paulo que produz píeres e ancoradouros, quer expandir suas vendas para fora do Brasil – especialmente para Dubai, onde estão sendo construídos projetos como o The World, conjunto de ilhas que vão reproduzir o formato de todos os continentes.
Peças acabadas, máquinas para a produção, troca de experiências sobre novas tendências e até jóia para cachorro estão na pauta da Aljoias, evento que começa no dia 28, em Limeira, São Paulo. Visitantes e compradores de 25 países já confirmaram presença.
Com exportações crescentes de minério de ferro e apostando em outros metais em busca da auto-suficiência, como o cobre, o Brasil prova cada vez mais que tem vocação para a indústria mineral. Desde 2003, o saldo do Fluxo de Comércio Mineral – exportações e importações – é positivo. E desde então, esse fluxo só vem crescendo.
As cooperativas do Paraná, no sul do Brasil, devem bater o recorde de exportações em 2007. Com esse cenário, a previsão é de que elas invistam mais de R$ 1 bilhão neste ano. O setor sucroalcooleiro é um dos destaques: vai investir 242% a mais que no ano passado. As cooperativas também devem investir mais em logística e armazenagem.
A Miolo Wine Group começou a exportar seus vinhos em 2003. Hoje, após estabelecer parcerias com vinícolas estrangeiras e contratar enólogos renomados, o grupo ampliou suas vendas externas e já está presente até nos Emirados Árabes Unidos. A expectativa é exportar 560 mil garrafas este ano.
Apenas 5% das estradas pavimentadas brasileiras estão sob concessão da iniciativa privada. Ainda este ano o governo federal deve liberar a licitação de mais 2,6 mil quilômetros. Embora o usuário pague por isso, as estradas concessionadas são mais seguras e eficientes. Além disso, é um setor que pode atrair cada vez mais investimentos estrangeiros.

