A Erwin Guth está negociando a venda dos produtos para dois hospitais que serão construídos no Iraque. As obras devem iniciar ainda em 2006. A fabricante já exporta para Jordânia e Emirados e, no começo do ano, fechou contrato com um distribuidor do Kuwait.
Autor: Geovana Pagel
A fabricante brasileira de autopeças aumentou em 562% as exportações para a região em 2005. Os cabeçotes para motores a diesel produzidos pela empresa são vendidos em sete países árabes: Arábia Saudita, Egito, Iraque, Jordânia, Emirados, Líbano e Síria.
A loja Preta Pretinha virou referência na produção de bonecas negras, muçulmanas, orientais, indígenas e portadoras de deficiência física, feitas em pano ou em vinil. Em seis anos de existência, o empreendimento já conquistou clientes em vários estados do país e se prepara para exportar.
A loja Preta Pretinha virou referência na produção de bonecas negras, muçulmanas, orientais, indígenas e portadoras de deficiência física, feitas em pano ou em vinil. Em seis anos de existência, o empreendimento já conquistou clientes em vários estados do país e se prepara para exportar.
A Utiara, processadora de polpas, sucos e concentrados de frutas, já exportou suco de laranja para os Emirados Árabes Unidos em 2005. Este ano, a empresa quer prospectar os demais países do Oriente Médio e Norte da África e aposta no potencial do mercado.
Os países do Oriente Médio são o maior mercado de destino das utilidades domésticas fabricadas no Brasil pelo grupo francês Saint-Gobain. A companhia multinacional também abastece o mercado árabe com vidro plano e colorido, utilizado na construção civil.
O trader Carlos de Oliveira acredita que no máximo em um ano a região será o maior mercado para as exportações da empresa. A indústria sediada no interior de São Paulo desenvolveu uma linha exclusiva de revestimentos para o mercado árabe.
Além das empresa Tangará e Starrett do Brasil, farão parte do estande organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, entidades que representam o setor de carnes do país. A feira multissetorial, que começa no domingo, é uma das mais importantes do Norte da África.
As exportações do açúcar bruto da usina Jalles Machado, de Goianésia, são feitas por meio de tradings árabes que vendem o produto para refinarias de quatro países da região. A indústria também produz açúcar cristal, açúcar orgânico, produtos de higiene e limpeza à base de álcool e álcool combustível.
A Indústria Brasileira de Filmes exporta seus produtos para sete países árabes há mais de 25 anos. A empresa é líder de mercado em chapas offset no Brasil e na América Latina. Os árabes compram desde chapas de alumínio para impressão offset até produtos químicos para revelação de fotos da IBF.
O vinho e o vinagre feitos com mel foram desenvolvidos pelo apicultor e engenheiro agrônomo, Mário Calheiros Lima, de Alagoas. Após lançar a novidade no Brasil, o empresário aposta no sucesso das vendas ao exterior. Ele negocia com um distribuidor de alimentos dos Estados Unidos e iniciou contatos com europeus.
Administrada por descendentes de um imigrante libanês, a comercial exportadora Abdouni exporta anualmente de 30 a 40 contêineres de frutas para a Arábia Saudita, Kuwait, Catar, Líbano, Jordânia e Emirados Árabes Unidos. Ela foi fundada em 1951, com o nome de Abdouni Tecidos, para fabricar roupas de cama, mesa e banho. Em 1998 passou a intermediar também exportações de alimentos.
A Tecsis exporta ventiladores e condicionadores de ar industriais para o Bahrein e Arábia Saudita. Além dos sistemas de resfriamento e ventilação industrial, a companhia desenvolve equipamentos para o mercado de energia eólica. A sua lista de clientes inclui grandes empresas, como Siemens, Hamon Group, Companhia Vale do Rio Doce e Petrobras.
O Brasil vem conquistando um lugar de destaque no mercado internacional de jóias, que movimenta US$ 15 bilhões por ano. As peças nacionais já são vendidas em mais de 50 países.Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita fazem parte da lista dos principais importadores.

