Grupo com 200 pessoas do Egito e Líbano está em São Paulo para a semana missionária, atividade prévia à Jornada Mundial da Juventude. Nesta segunda-feira eles saíram em peregrinação pela Avenida Paulista.
Autor: Isaura Daniel
Desde março, a subsidiária da Tyson Foods fornece frangos criados sem produtos de origem animal na dieta para o país árabe. O Oriente Médio e o Norte da África respondem por 35% das exportações da empresa.
Diretora da Ancine participou de encontro em Dubai e discutiu sobre acordo na área. Produções brasileiras como ‘Tropa de Elite’ e ‘Histórias que só existem quando lembradas’ são conhecidas na região.
A empresa de São Carlos já fez embarques para Emirados, Egito e Iraque, mas quer crescer como fornecedora da região. Os produtos são voltados para pequenos e médio laboratórios.
A Cooperja, de Santa Catarina, beneficiou 130 mil toneladas de arroz no ano passado e 17,5% foi para o mercado externo. Os embarques vão para América Central e África do Sul, mas há planos de atender o Oriente Médio.
Aumento do faturamento não acompanha crescimento do volume de embarques por causa das cotações menores. Segundo semestre, no entanto, promete estabilidade de valores para a commodity.
Vendas brasileiras para a região tiveram pouca alteração no primeiro semestre, em comparação com o mesmo período de 2012. Houve aumento de 1,27% nos volumes embarcados, mas queda de 0,38% na receita.
Projeto selecionou 15 mulheres que atuam com artesanato para mostra na sede das Nações Unidas, em Nova York, em setembro. Critério foi trabalho artístico e benefícios para as comunidades.
A goiana Martha’s Alimentos começou a executar seu plano de internacionalização e um dos objetivos é vender ao mundo árabe. A empresa fabrica produtos de alto padrão com matérias-primas próprias.
A mineira FR Hueb inaugurou showroom em Abu Dhabi, no shopping Al Wahda Mall Extension, na metade de junho. A empresa fabrica joias de alto padrão e já tinha uma loja em Dubai.
A indústria de cadernos exporta para o Líbano há oito anos e pretende vender para mais países da região. A empresa faturou R$ 160 milhões no ano passado e é a maior fabricante dos produtos do Brasil.
Receita com embarques à região ficou em US$ 5,5 bilhões de janeiro a maio. No último mês, individualmente, as vendas recuaram 17,57%, o que foi impulsionado principalmente pela queda de preço de alguns alimentos.
O presidente do Al-Manji Group está em São Paulo, onde tem encontros de negócios com produtores brasileiros da área e também de máquinas. Omã compra alimentos no exterior e quer parceria com empresas do segmento.
O setor está animado com o aumento da competitividade com a redução do PIS e da Cofins. A medida entrou em vigor na metade de maio para frear o avanço das importações no Brasil.

