O marroquino vai servir de personagem para ensino da História da África, continente pelo qual viajou no século 14. Um historiador elaborou material didático para uso nas escolas brasileiras.
Autor: Isaura Daniel
Fortaleza vai sediar, em agosto, conferência internacional sobre o clima. Serão discutidas políticas públicas para regiões semiáridas e áridas. Países árabes estarão presentes.
Uma organização não-governamental chamada Artest trabalha para levar o artesanato paranaense ao exterior. As peças já chegaram a 30 países e entre os clientes estão sete nações árabes.
As exportações do segmento ao mundo árabe alcançaram US$ 549,4 milhões em janeiro, com aumento de 38% sobre o mesmo mês de 2009. O açúcar e as carnes impulsionaram o desempenho.
No estado do Acre, o triguilho é substituído por macaxeira ou arroz na preparação do quibe. O quitute é chamado de ‘quebe’ e faz sucesso na região, que tem forte imigração árabe.
As exportações do Brasil aos países da Liga Árabe aumentaram 25,6% em janeiro sobre o mesmo mês de 2009, depois de alguns meses de queda no final do ano passado. A tendência para 2010 é de alta.
A entidade pretende ampliar a sua atuação com a criação de comitês. Um deles, o de investimentos, vai trabalhar para atrair capital árabe ao Brasil e levar recursos brasileiros ao mundo árabe.
A escola Copa Lord, de Santa Catarina, faz no próximo final de semana o seu desfile de carnaval, que tem como tema Marrakech. Ela promete deixar no ar até o ‘cheiro’ da cidade marroquina.
Uma exposição, no Museu do Futebol, em São Paulo, mostra fotos do esporte sendo jogado em 24 países. Entre elas, a de meninos batendo bola em frente a um anfiteatro, na Tunísia.
O mercado é crescente e apresenta oportunidades para empresas brasileiras, segundo o secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, que está no país para a Feira Internacional de Cartum.
O Brasil vendeu 4,4 mil toneladas de amendoim ao mercado árabe entre janeiro e novembro deste ano. O total teve como origem o estado de São Paulo. Houve aumento de 71% sobre o ano passado.
As vendas brasileiras de fumo ao mercado árabe ficaram em US$ 117 milhões até novembro deste ano. O principal tipo de fumo exportado à região foi o não-manufaturado e o maior comprador o Egito.
Tarek Farahat nasceu no Cairo, mas é apaixonado por São Paulo. Na cidade, ele protagoniza uma cena pouco comum para um árabe que vive no Brasil: é o principal executivo de uma multinacional.
Tarek Farahat was born in Cairo, but is in love with São Paulo. In the city, he plays an uncommon role for an Arab living in Brazil: Farahat is the leading executive at a multinational company.

