As vendas internacionais ficaram em US$ 33 bilhões nos dez primeiros meses deste ano e cresceram 29,5% sobre o mesmo período de 2003. Carnes, soja, álcool, madeiras, lácteos e algodão foram os principais responsáveis pelo bom desempenho das exportações do setor. O valor é o maior para o período desde 1989.
Autor: Isaura Daniel
Os 34 países sul-americanos e árabes que vão participar do encontro terão estandes para apresentar os projetos para os quais querem atrair investimentos estrangeiros. A feira vai ocorrer paralelamente à Cúpula, nos dias 10 e 11 de maio, em Brasília. A declaração que será apresentada na reunião de chefes de estado já está sendo formulada por um comitê das duas regiões. A primeira conversa formal do grupo ocorreu no Cairo, nos dias 30 e 31 de outubro.
A instituição vai levar adiante dois projetos na área de sanidade animal. Eles vão durar três anos e terão recursos de R$ 3 milhões.
As exportações feitas entre o início do ano e a primeira semana de novembro representam 87,28% das estimativas totais para o ano.
O petróleo foi o principal responsável pelo crescimento. Entre as nações árabes que mais aumentaram o seu faturamento com exportações para o Brasil estão Argélia, Arábia Saudita e Iraque, três dos grandes fornecedores internacionais de petróleo do país. Além do aumento do preço da commodity, o Brasil está comprando mais petróleo em bruto em função da queda na produção nacional e do aumento do consumo interno.
O lançamento oficial da comunidade ocorrerá no dia 9 de dezembro, no Peru. O objetivo é criar uma área de livre comércio e reforçar a capacidade de negociação dos países da região com blocos econômicos mundiais.
Entre janeiro e setembro, o país adquiriu 685 milhões de toneladas de produtos de cooperativas do Brasil, o que representa 11% do total embarcado por estas empresas. Para os países árabes em geral, as vendas renderam US$ 262 milhões, ou 66% a mais do que no mesmo período de 2003. No total, as exportações das cooperativas somaram US$ 1,6 bilhão até o mês passado e devem chegar a US$ 1,8 bilhão no final do ano.
Em reunião do Grupo do Rio, o ministro de Relações Exteriores do Brasil disse que as discussões no organismo são, inclusive, mais importante do que as em torno da Alca.
O faturamento com as vendas externas ficou em US$ 1,4 bilhão. Até o final do ano, a comercialização de calçados nacionais no mercado externo deve gerar receita de US$ 1,7 bilhão, segundo estimativas da Abicalçados.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, anuncia oficialmente a venda hoje pela tarde, no Rio de Janeiro. O contrato será de US$ 62,4 milhões e as urnas serão utilizadas para as eleições de 2006.
Hoje os chefes de estado do grupo se reúnem para tratar do assunto e analisar as propostas dos diplomatas para o documento oficial do encontro.
As vendas chegaram a US$ 3,35 bilhões. Na avaliação do secretário-geral da Câmara Árabe Brasileira, Michel Alaby, até o final do ano as receitas com os embarques para a região devem ficar entre US$ 3,8 bilhões e US$ 3,9 bilhões. O aumento das exportações foi impulsionado principalmente pela venda de alimentos. Em outubro houve pequena queda em relação ao mesmo mês de 2003.
O tricampeão mundial e faixa-preta Carlão Santos trabalha na Abu Dhabi Combat Club, academia do xeque Tahnoom bin Zaied, filho do presidente dos Emirados. Ele está organizando o primeiro campeonato de jiu-jítsu do país árabe. O esporte começou a se disseminar nos Emirados depois que Tahnoom tomou aulas com o também brasileiro Nelson Monteiro, quando estudava nos Estados Unidos, há sete anos.
O número foi apresentado na abertura do Fórum Latino-Americano de Negócios Eletrônicos. No encontro, que começou ontem, a principal discussão é como a tecnologia pode ajudar as empresas de pequeno porte na exportação.

