Foram enviadas mais seis toneladas de medicamentos e materiais hospitalares ao país árabe nesta quinta-feira (3) por via aérea e dois contêineres com alimentos e roupas foram entregues para partida de navio na próxima semana. Ação é orquestrada por Movimento de Ajuda Humanitária ao Líbano.
Autor: Isaura Daniel
Indústria brasileira de calçados tem expectativa de um início de recuperação da comercialização no último trimestre do ano. Setor foi fortemente afetado por fechamento das lojas na pandemia, mas comércio online ajudou a amenizar prejuízos e já há encomendas do mercado externo.
A empresa brasileira produz e instala sistemas para granjas de galinhas poedeiras e vê boas perspectivas de investimentos na área, já que o consumo de ovos cresce, em um cenário mundial de busca por produtos baratos, e os países querem mais produção interna de alimentos após a covid-19.
As características dos muçulmanos como consumidores foram tema abordado pelo presidente da Câmara Árabe em curso promovido pela Fambras e CNA. Orlando Leite Ribeiro, do Ministério da Agricultura, falou sobre a exportação brasileira aos mercados islâmicos.
Vendas de produtos brasileiros ao mercado árabe somaram US$ 1,1 bilhão, o melhor valor mensal deste ano. Sobre junho, houve aumento nas exportações de açúcar, minério de ferro, carne bovina e carne de frango.
KC-390 Millennium, da FAB, decolou de Guarulhos nesta quarta-feira (12) levando seis toneladas de doações para os atingidos em explosão no Líbano. Câmara Árabe colaborou.
Instituição encaminhará medicamentos, EPIs e alimentos aos libaneses por meio de avião do governo brasileiro na próxima semana. Produtos foram comprados com recursos próprios e com doações financeiras em campanha apoiada por outras associações e grupos. Contribuições ainda podem ser feitas, pois serão realizadas novas remessas.
Entidade emitiu nesta quarta-feira (5) nota de solidariedade ao povo do Líbano e à comunidade de descendentes que vive no Brasil em função da explosão que causou mortes e ferimentos em Beirute na terça-feira (4).
A obra ‘Sem fronteiras para o sucesso’ foi lançada pela editora Évora no final de julho. Livro ensina como lidar com diferentes culturas na internacionalização de empresas e tem conteúdo dedicado ao mercado árabe.
A Lidercorp, que tem os países árabes no seu foco de atuação, adequou seus serviços à realidade da pandemia, chancelando hotéis, locadoras de carros, empresas, cruzeiros e destinos que adotaram medidas de prevenção à covid-19.
Câmara Árabe realizou reunião online com associações brasileiras parceiras da iniciativa criada para ajudar árabes no abastecimento durante a pandemia. Foram discutidos os próximos passos. Já são 26 os organismos árabes que se reportam ao comitê.
As exportações das unidades brasileiras da Minerva responderam por 72% da receita bruta da companhia no segundo trimestre do ano. A Ásia passou de uma participação de 25% para 50%, enquanto o Oriente Médio caiu de 27% para 9%.
País árabe liberou importação de produtos de aves como carne enlatada, nuggets, salsichas e mortadelas de frango do Brasil. Egípcios buscam proteínas alternativas à carne bovina, que está com preços altos.
O gato é o animal preferido na maioria dos países árabes, mas a presença cada vez maior de estrangeiros em nações como Emirados faz com que a venda de artigos para cães também seja promissora.

