Na categoria individual, o xeque Hazza bin Sultan Al Nahyan, que montou Hachim, completou a trilha de 160 quilômetros em 7 horas e 3 minutos. O Brasil terminou em sétimo lugar por equipes.
Autor: Marina Sarruf
O Ministério da Agricultura estabeleceu como meta para este ano um aumento de 20% nas vendas internacionais de frutas frescas. A abertura de novos mercados, como China, Japão e países árabes, deve ajudar o país a ultrapassar as exportações de 2004, que somaram 850 mil toneladas. Atualmente 70% das frutas brasileiras comercializadas no exterior têm como destino a Europa. O Instituto Brasileiro de Frutas vai participar de duas mostras em países árabes em 2005 para ampliar as vendas para a região.
A prova de 160 quilômetros vai ocorrer na quinta-feira. Seis competidores do Brasil, quatro homens e duas mulheres, vão participar ao lado de representantes de outros 42 países, num total de 185 conjuntos. Entre os favoritos estão os cavaleiros de Dubai, Espanha, França, Itália e Estados Unidos.
O Brasil foi o país que exportou o maior volume do produto no ano passado. As vendas renderam US$ 2,52 bilhões e alcançaram 1,21 milhão de toneladas. O país também ampliou os seus mercados e passou a exportar para 40 novos países. Entre os principais destinos estão as nações árabes Egito, Argélia e Arábia Saudita.
A empresa brasileira que produz revestimentos para pisos e paredes pretende começar a exportar para Arábia Saudita e Iraque este ano. Em 2004, os Emirados Árabes Unidos foram a única nação árabe que comprou os produtos da companhia. A Gyotoku vende, porém, para mais de 40 países. A entrada em novos mercados deve fazer a empresa elevar seu faturamento com exportações de US$ 8,5 milhões em 2004 para US$ 10 milhões em 2005.
Foram embarcadas 2,470 milhões de toneladas do produto no ano passado, o que representou aumento de 26% em volume em relação a 2003. Já em termos de receita houve crescimento de 44%. O Oriente Médio foi a região que mais comprou a carne em volume, um total de 750 mil toneladas.
Uma das cinco maiores empresas do setor no mundo, a Azaléia vai inaugurar neste ano sua 7ª unidade comercial no exterior, a primeira num país árabe. O responsável pela loja em Riad, na capital do país, será o próprio representante local do grupo brasileiro. Segundo Paulo Santana, diretor de marketing da companhia, a nova marca lançada pela empresa ontem, a Funny, voltada para pré-adolescentes, também deve ser vendida para os árabes, que compram há dez anos do grupo.
A empresa brasileira Consult & Television é responsável pela instalação do sistema de transmissão de 10 emissoras do Líbano, Síria, Emirados Árabes Unidos, Omã, Catar, Sudão, Arábia Saudita, Kuwait, Líbia e Iêmen no país. O serviço já foi prestado a cerca de três mil usuários, de acordo com o diretor da companhia, Hugo Alabi. A procura pelas emissoras árabes vem crescendo entre os brasileiros, segundo Alabi.
O ministro do Desenvolvimento acredita que as vendas externas vão aumentar em 12% este ano. A diversificação de produtos exportados e mercados de destino vai garantir o crescimento, porém, em um ritmo menor do que em 2004. No caso do mercado árabe, Furlan disse que as vendas estão de acordo com a meta estabelecida pelo governo.
As vendas externas da A. Grings, dona das marcas Piccadilly e Cally, correspondem a 30% da produção. Cerca de 10% das exportações são destinadas ao Oriente Médio. A empresa tem clientes na Arábia Saudita, Emirados, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Líbano, Omã, Catar e Iraque.
O gerente e o assistente de exportação da Buettner vão para os Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Líbano e Kuwait em fevereiro e esperam voltar com novos pedidos. A região representa 5% das vendas externas da companhia, que exporta 40% de sua produção para 40 países. Localizada em Santa Catarina, a Buettner fabrica 800 toneladas de produtos ao mês e emprega 1.900 pessoas.
O grupo Jihad Smaili toca e canta música árabe todas as semanas no Alibabar. Formada por árabes e descendentes, a banda pretende lançar, no início de 2005, um cd com canções apresentadas durante a Festa do Camelo, que ocorreu em dezembro, em São Paulo. Eles tocam desde músicas árabes clássicas, lentas, até as folclóricas regionais, mais animadas.
O Al Manzul será contemplado como o melhor da culinária árabe na 30ª edição do Troféu Internacional de Turismo, Hotelaria e Gastronomia, em Madri. O estabelecimento foi fundado há 12 anos pelo imigrante libanês Salah Soleiman Ayoub, que não revela o segredo de suas receitas.
A bailarina Christiane Oliveira transformou a sua escola de dança, a Imperio de Nefis, aberta há três anos em Aracaju, no Sergipe, em uma casa temática árabe. No local há espaço para shows e jantares com decoração e culinária típica. A dançarina e empresária diz que a comida árabe faz muito sucesso entre os nordestinos.

