Ismeer Shalaldeh, gerente de produção do grupo Barakat International, de Dubai, visita a feira Minas Láctea e avalia laticínios nacionais como opção aos europeus.
Agronegócio
A Cooperja, de Santa Catarina, beneficiou 130 mil toneladas de arroz no ano passado e 17,5% foi para o mercado externo. Os embarques vão para América Central e África do Sul, mas há planos de atender o Oriente Médio.
Segundo Ministério da Agricultura, a soma é de R$ 272 bilhões. Apresentaram maior aumento sobre o ano passado produtos como batata inglesa, fumo, laranja, milho, soja, tomate e trigo.
Aumento do faturamento não acompanha crescimento do volume de embarques por causa das cotações menores. Segundo semestre, no entanto, promete estabilidade de valores para a commodity.
Exportação do Brasil à região rendeu US$ 1,6 bilhão no primeiro semestre, aumento de 30%. Receita total com embarques do setor avançou 7,2%.
Evento que ocorre de 16 a 18 de julho, em Juiz de Fora, irá reunir expositores de laticínios e máquinas industriais. Exposição trará novidades do setor e promoverá rodadas de negócios com compradores internacionais.
A FAO alertou que apesar de que estes produtos deverão ter crescimento de 7% na oferta em 2013 sobre o ano passado, 34 países vivem em situação de insegurança alimentar.
Vendas externas brasileiras do setor à região renderam US$ 3,9 bilhões. Em junho, os embarques ficaram em US$ 528 milhões, avanço de 2,5%.
O volume transformado nas usinas do Centro-Sul do Brasil recuou 17,5% na segunda quinzena de junho sobre os quinze dias anteriores por causa das chuvas na região.
País deverá comprar no exterior apenas 51 mil toneladas nesta safra, segundo projeção da Conab. Estimativa anterior era de 163 mil toneladas, mas produtores nacionais estão se encarregando de abastecer mercado interno.
O País exportou 637 mil sacas à região no primeiro semestre. Receita com os embarques, porém, ficou praticamente igual à do mesmo período de 2012.
Safra deve chegar a 222,3 milhões de toneladas em 2023, podendo alcançar 274,8 milhões, segundo estudo divulgado pelo Ministério da Agricultura.
O volume foi recorde para um primeiro trimestre, segundo IBGE, que faz o levantamento desde 1997. Foram abatidas 8,1 milhões de cabeças, com alta de 12,7% sobre o mesmo período de 2012.
As exportações da pecuária de corte geraram receita de US$ 2,5 bilhões para o Brasil, segundo dados da Abiec. O volume embarcado cresceu ainda mais, 22,57%, para 562 mil toneladas.

