A FAO alertou que apesar de que estes produtos deverão ter crescimento de 7% na oferta em 2013 sobre o ano passado, 34 países vivem em situação de insegurança alimentar.
Agronegócio
Vendas externas brasileiras do setor à região renderam US$ 3,9 bilhões. Em junho, os embarques ficaram em US$ 528 milhões, avanço de 2,5%.
O volume transformado nas usinas do Centro-Sul do Brasil recuou 17,5% na segunda quinzena de junho sobre os quinze dias anteriores por causa das chuvas na região.
País deverá comprar no exterior apenas 51 mil toneladas nesta safra, segundo projeção da Conab. Estimativa anterior era de 163 mil toneladas, mas produtores nacionais estão se encarregando de abastecer mercado interno.
O País exportou 637 mil sacas à região no primeiro semestre. Receita com os embarques, porém, ficou praticamente igual à do mesmo período de 2012.
Safra deve chegar a 222,3 milhões de toneladas em 2023, podendo alcançar 274,8 milhões, segundo estudo divulgado pelo Ministério da Agricultura.
O volume foi recorde para um primeiro trimestre, segundo IBGE, que faz o levantamento desde 1997. Foram abatidas 8,1 milhões de cabeças, com alta de 12,7% sobre o mesmo período de 2012.
As exportações da pecuária de corte geraram receita de US$ 2,5 bilhões para o Brasil, segundo dados da Abiec. O volume embarcado cresceu ainda mais, 22,57%, para 562 mil toneladas.
Depois de um período de seca e queda na produção, norte-americanos deverão ter safra normal. Alta demanda mundial, porém, garantirá espaço para exportações brasileiras.
Pesquisa mostra que desempenho se multiplicou no período de 1975 a 2010, com 3,6% ao ano. Levantamento levou em conta ganhos de produção pela eficiência e não pelo maior uso de insumos.
As vendas de produtos agrícolas e pecuários brasileiros cresceram no acumulado do ano até maio para US$ 40,39 bilhões, impulsionadas por produtos como milho, soja e carnes. O principal destino foi a Ásia.
Inovagro disponibilizará recursos para atualização de estruturas produtivas, como parte do Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014.
Até o final do ano, empresas que vendem carne e frango ao país terão que fazer registro e pagar taxa de US$ 58,6 mil por unidade produtora. Objetivo é garantir qualidade dos alimentos.
Abiec promoveu workshop com empresas e órgãos públicos sobre o crescimento das importações muçulmanas de carne, que somaram US$ 1,5 bilhão em 2012. Instituição também apresentou lacre eletrônico, que reduz burocracia.

