Nem a crise nos maiores compradores do produto prejudica as vendas para o exterior. Demanda está em alta e outros países produtores sofrem com quebra de safra.
Agronegócio
Aumento é referente ao primeiro semestre de 2011 na comparação com o mesmo período de 2010. Vendas externas somaram US$ 2,746 bilhões. Árabes estão entre os grandes compradores.
As vendas do produto para a região saíram de US$ 525 mil no primeiro semestre de 2010 para US$ 6,8 milhões no mesmo período deste ano, impulsionadas por compras da Mauritânia.
Nos próximos 12 meses, o Rio vai testar a adição de 30% de diesel de cana-de-açúcar ao diesel tradicional. O produto foi desenvolvido pela Amyris Brasil.
Preços não deverão cair nos próximos anos porque a oferta não acompanha a demanda mundial.
Exportações brasileiras do setor cresceram 23% no primeiro semestre. Os destaques foram a soja, carnes, açúcar e etanol, produtos florestais e café.
O valor bruto da produção das 20 principais lavouras do Brasil deverá chegar a R$ 199 bilhões este ano, segundo levantamento do Ministério da Agricultura.
Produtores do Rio Grande do Sul se organizam para viabilizar a fabricação de etanol a partir de arroz. Já há disposição de construir seis usinas e a ideia será levada à presidente Dilma Rousseff.
O ganhador do concurso de pesquisas científicas da União Brasileira da Avilcultura vai participar da Gulfood, feira do ramo de alimentos que ocorre no emirado.
Na safra 2010/2011, encerrada em 30 de junho, o Brasil vendeu 35 milhões de sacas ao exterior, o equivalente a US$ 7,4 bilhões. Os dois números são históricos.
O Banco do Brasil vai disponibilizar R$ 45 bilhões em crédito para a safra 2011/2012. O valor é 17% maior do que na colheita anterior.
A colheita encerrada no dia 30 de junho resultou em 162 milhões de toneladas de grãos, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento. Houve aumento de 8,6% em relação ao ciclo anterior.
Até 2050, os países árabes ainda vão precisar importar metade ou mais dos gêneros alimentícios que consomem. A população da região deverá mais do que dobrar no período.
A União Européia autorizou prolongamento, por mais um ano, de acordo de pesca com o Marrocos. Pelo acerto, navios europeus podem pescar em águas marroquinas em troca de compensações financeiras.

