O estado deve colher 14,67 milhões de toneladas de soja, o que significa uma safra recorde. O volume representa acréscimo de 730 mil toneladas sobre a expectativa do mês passado.
Agronegócio
Os libaneses importaram 27.170 bovinos vivos do Brasil entre janeiro e fevereiro deste ano. A maior parte saiu do país via Porto de Barcarena, no estado do Pará.
De acordo com o presidente do grupo brasileiro, Wesley Batista, os países em desenvolvimento vão se tornar os maiores compradores de carne do mundo, entre eles os árabes.
Feira em Dubai mostra que Brasil vai ter crescimento no plantio e na venda do produto tanto no mercado interno como no exterior.
As vendas do setor à região avançaram 65,6% e ficaram em US$ 724 milhões em fevereiro. Para o Egito, país atingido por crise política no mês, o avanço dos embarques foi de 92,6%.
Nos dois primeiros meses deste ano, Brasil teve queda de 33% nas exportações aos países árabes. A cotação do dólar atrapalha, mas o setor aposta em promoção comercial para ampliar os negócios.
Crescimento ocorreu em oito anos. No mesmo período o consumo no Brasil passou de 113 quilos por habitante por ano para 125 quilos. As informações são do IBGE.
Presidente disse que o Brasil vai investir R$ 11 bilhões na produção de fertilizantes. O país importa a maior parte do que consome.
A receita das vendas de trigo brasileiro ao mundo árabe alcançaram US$ 175 milhões entre janeiro e fevereiro. No ano passado inteiro ficaram em US$ 37 milhões. O produto foi exportado pelos gaúchos.
Os embarques renderam US$ 606 milhões no mês passado. Foram comercializadas 2,664 milhões de sacas.
A safra brasileira de soja vai avançar 2,3%. As exportações também devem crescer, impulsionadas principalmente pelos preços altos da commodity.
Projeção da Conab para a safra 2010/2011 indica produção recorde de 154,2 milhões de toneladas de grãos no Brasil.
As vendas externas brasileiras em fevereiro somaram US$ 161,7 milhões. O valor exportado no primeiro bimestre deste ano, de US$ 302,7 milhões, foi o melhor resultado nos últimos dois anos.
A Corporação Financeira Internacional, do Banco Mundial, vai aplicar US$ 1,8 bilhão em segurança alimentar. Egito e Marrocos estão entre os focos do programa.

