Tempo instável de 2010 e idade avançada nos canaviais prejudicam produção de cana em São Paulo, mas as plantações de outros estados compensam as perdas. Demanda externa de açúcar está em alta.
Agronegócio
Exportações do Brasil para a região renderam mais de US$ 20 milhões no mês passado. Líbano e Síria foram os principais mercados.
Depois de criticar a ideia do governo francês, de controle de preços agrícolas, o ministro da Agricultura do Brasil, Wagner Rossi, recuou e disse que o país europeu é contrário à medida.
Brasil exportou o equivalente a US$ 647,6 milhões em março. Avanço da receita evidencia o aumento do preço de um ano para o outro, já que o volume embarcado cresceu apenas 1,3%.
A safra nacional de grãos de 2011 pode superar em 4% a colheita recorde de 2010, chegando a 155,6 milhões de toneladas, de acordo com o IBGE. Região Sul deve liderar produção.
Faisal Hassan Ibrahim, da pasta de Recursos Animais e Pesca, assinou protocolo de intenção com o Ministério da Agricultura brasileiro para cooperação em agropecuária.
Produtores que abandonaram o cultivo da commodity por causa dos preços baixos se animam com aumento da demanda internacional. Em São Paulo, a área plantada mais do que triplicou.
A indústria de carnes utilizará a estrutura da Keystone, comprada no ano passado, para distribuição dos seus produtos no mundo. A empresa adquirida tem unidades em cinco países árabes.
Brasil importou 2,73 milhões de toneladas no primeiro bimestre, enquanto que a produção nacional ficou em 1,36 milhão de toneladas. Países árabes são grandes fornecedores.
Um grupo de 30 usinas da região Centro-Sul do Brasil antecipou a moagem da cana da safra 2011/2012 para acrescentar etanol aos estoques do país na entressafra.
O estado deve colher 14,67 milhões de toneladas de soja, o que significa uma safra recorde. O volume representa acréscimo de 730 mil toneladas sobre a expectativa do mês passado.
Os libaneses importaram 27.170 bovinos vivos do Brasil entre janeiro e fevereiro deste ano. A maior parte saiu do país via Porto de Barcarena, no estado do Pará.
De acordo com o presidente do grupo brasileiro, Wesley Batista, os países em desenvolvimento vão se tornar os maiores compradores de carne do mundo, entre eles os árabes.
Feira em Dubai mostra que Brasil vai ter crescimento no plantio e na venda do produto tanto no mercado interno como no exterior.

