Degoladores habilitados a fazer o abate de acordo com as regras islâmicas vão estar disponíveis 24 horas por dia em 30 unidades produtoras dos associados da Associação Brasileiras das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Egito e Arábia Saudita estão entre os principais compradores do produto do Brasil.
Agronegócio
Da redação São Paulo – No encontro entre presidentes dos países da América do Sul, previsto para ocorrer entre setembro e outubro em Brasília, o governo brasileiro vai propor a criação de um programa de defesa sanitária conjunto para a região. A informação foi fornecida na sexta-feira (2) pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Maçao Tadano, de
O país árabe responde por 23% dos embarques brasileiros e quadruplicou as importações entre janeiro e maio deste ano. Para vender mais, seis empresas brasileiras estão formando uma companhia voltada para a exportação de ovos férteis para frango de corte.
Da redação São Paulo – O Brasil vai sediar, pela primeira vez, em 2006, o Congresso Panamericano do Leite. O encontro deste ano aconteceu na Flórida, nos Estados Unidos, entre os dias 23 e 25 de junho. Além de exposição comercial, ocorreram debates sobre o setor e palestras com informações técnicas. O Congresso é realizado pela Federação
Após a ocorrência de problemas sanitários, os norte-americanos e europeus vão brigar por suas fatias no comércio internacional de carne bovina e frango. O Brasil, que conquistou novos clientes no setor nos últimos anos, terá que se esforçar para manter os mercados que abriu.
Além disso, mais 600 técnicos de nível superior serão contratados para atuar na área. O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, admitiu que faltam recursos para a fiscalização. O governo vai enviar neste sábado uma missão à Rússia para tratar do embargo da carne brasileira. O país suspendeu as importações do produto em função de um caso de febre aftosa registrado no Pará.
Soja geneticamente modificada já responde por 8,2% da produção da oleoginosa que na safra 2003/2004 chegou a 50,18 milhões de toneladas.
O Brasil faturou US$ 1,7 milhão com as exportações do produto para a região nos primeiros cinco meses do ano, contra US$ 1,2 milhão no mesmo período de 2003. O aumento é resultado do esforço do setor para diversificar seus clientes no mercado externo.
Da redação São Paulo – A agricultura gerou 156 mil novos empregos formais diretos no Brasil entre janeiro e maio deste ano. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (24) pela assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O agronegócio respondeu por 15,1% das vagas
Os dados foram divulgados hoje pela associação do setor. No mês os embarques renderam US$ 68,9 milhões. Já no acumulado do anos as receitas somaram US$ 242,6 milhões.
A informação foi dada hoje pelo governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, que lidera no país asiático uma missão governamental e empresarial gaúcha. De acordo com ele, depois de uma reunião com representantes do governo brasileiro, o Ministério da Quarentena da China decidiu suspender o embargo à importação do grão do Brasil.
As vendas externas chegaram a US$ 221,4 milhões, o que corresponde ao embarque de 206,4 mil toneladas. Países do Oriente Médio e africanos compraram 10,5% e 44% a mais, respectivamente, comparado ao mesmo período do ano passado.
As vendas externas da commodity saíram de 929 mil toneladas nos primeiros cinco meses de 2003 para 2,7 milhões este ano. O volume é três vezes maior. O desempenho foi impulsionado pela baixa cotação do produto. Apenas de janeiro a maio, o Brasil vendeu no mercado internacional 77% do total comercializado em 2003.
O dinheiro destinado a financiar esta safra agrícola é 45% maior do que o montante liberado na safra passada. Além disso, a expansão do crédito de custeio chegará a 35%. Os produtores contarão com recursos para investimentos de R$ 10,7 bilhões.

