Receita do setor será de R$ 536 bilhões neste ano, segundo estimativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Agronegócio
Brasil exportou 556.664 sacas à região no primeiro semestre, um recuo de 5% sobre o mesmo período de 2016. Faturamento avançou para US$ 97 milhões.
Embarques do produto brasileiro ao país árabe cresceram 40% no primeiro semestre. Vendas ao Oriente Médio caíram 10% no período. No geral, recuo foi de 6,4%.
Vendas externas do setor somaram US$ 48,14 bilhões de janeiro a junho. Oriente Médio e África foram destaque entre as regiões que mais aumentaram as importações.
IBGE mantém projeção recorde para colheita de grãos no Brasil. Volume é 1,7 milhão de toneladas maior que estimativa anterior. Aumento sobre safra passada deve ser de 30,1%.
Organização enviou equipe ao País, cujo trabalho pode resultar na entrada do Brasil para o grupo de frutas e hortaliças da OCDE.
Estudo da FAO e OCDE indica menor crescimento na demanda por alimentos básicos nos próximos dez anos e tendência de baixa nos preços das commodities.
Aumento do índice medido pela FAO ocorreu sobre maio. Em comparação com junho do ano passado houve um crescimento de 7%. Trigo e carnes puxaram o indicador.
Vendas externas renderam US$ 2,4 bilhões de janeiro a maio, um aumento de 4,1% sobre o mesmo período do ano passado.
As vendas externas brasileiras renderam US$ 3,6 bilhões no primeiro semestre. Foram embarcadas mais de 2 milhões de toneladas. Egito foi um dos mercados de destaque no período.
Bloco europeu liberou mais 78 mil toneladas de açúcar bruto e 4.766 toneladas de carne de frango.
Grupo pretende vender propriedades, participações e empresas no valor de US$ 6 bilhões no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Irlanda.
Fechamento de postos de trabalho ocorreu em maio, com peso importante do setor de açúcar e etanol.
Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono vai disponibilizar R$ 2,3 bilhões para financiamento de plantação, melhoramento e manutenção de lavouras de cacau.

