Estimativa é que a região terá capacidade para produzir 43,1 milhões de toneladas em cinco anos. Demanda de países como o Brasil incentivou a indústria local.
Agronegócio
Projeção do IBGE para a colheita indica produção de 189 milhões de toneladas de grãos no Brasil, volume 9,8% menor do que no ano passado.
Índice internacional medido pela FAO recuou em julho depois de cinco meses consecutivos de altas.
Região recebeu 17% das exportações da empresa brasileira no primeiro semestre de 2015 e passou para 21% no mesmo período deste ano. Iraque, Irã, Palestina e Emirados compraram mais.
Volume e receita, contudo, caíram em julho em comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com dados divulgados pela ABPA.
Embarques aumentaram 27% em volumes e apenas 1% em valor no primeiro semestre, o que reflete a queda generalizada dos preços dos produtos do setor no mercado internacional.
Estudo do Ministério da Agricultura e da Embrapa aponta que Brasil acrescentará 58,8 milhões de toneladas em sua colheita até a safra 2025/2026.
Região importou 585 mil sacas de café brasileiro no primeiro semestre deste ano. Também houve recuo na receita gerada, de 27%, para US$ 77,5 milhões.
Queda é de 3% sobre o ano passado, de acordo com números do Ministério da Agricultura. Região Sul lidera setor.
Embarques internacionais subiram 13,8% em volume e 21,7% em reais nos seis primeiros meses do ano, mas a receita em dólares caiu. Arábia Saudita foi maior comprador e Emirados o quinto.
Vendas externas brasileiras do produto recuaram em volume e em faturamento nos primeiros seis meses do ano.
Volume embarcado pelo Brasil ao exterior no primeiro semestre foi de 712 mil toneladas, contra 635 mil toneladas no mesmo período do ano passado. Vendas para o Egito aumentaram 20%.
Nos seis primeiros meses do ano, vendas externas de produtos da pecuária e agricultura brasileira geraram US$ 45 bilhões. Oriente Médio foi uma das regiões do mundo que comprou mais.
Colheita 2015/2016 será menor do que a anterior, segundo projeção da Conab. Desempenho das lavouras de soja e milho pesará na queda. IBGE também prevê recuo.

