Agência de classificação de risco alterou de estável para positiva perspectiva da nota de crédito do país árabe, motivada principalmente pelo progresso na implementação de reformas locais.
Economia
Moeda norte-americana encerrou esta terça-feira cotada a R$ 4,14 para venda, com alta de 1,48% sobre a véspera.
Vendas externas somaram US$ 703 milhões, um recuo de 3,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.
A companhia iniciou a compra de querosene de aviação e óleo diesel do exterior para compensar redução na oferta por causa de incêndio na Refinaria de Paulínia.
Na quarta semana de agosto, as exportações brasileiras somaram US$ 4,027 bilhões e as importações, US$ 3,586 bilhões.
Ouvidas em pesquisa semanal, instituições financeiras projetam crescimento de 1,47% para a economia brasileira neste ano. Estimativa da semana passada era de 1,49%. Expectativa é que inflação seja maior.
Dinheiro enviado do Brasil a outros países ultrapassou US$ 1 bilhão no primeiro semestre deste ano.
Pesrpectiva do Fundo é que a economia do país irá acelerar em 2018 e em 2019, após uma retração em 2017.
Arrecadação federal cresceu 12,8% principalmente em função da melhora no resultado das empresas.
Estimativa para o ano de 2027 foi divulgada pelo diretor-geral da ANP, Décio Oddone. Atualmente, País produz 2,6 milhões de barris por dia.
Moeda norte-americana encerrou esta quarta-feira cotada a R$ 4,056, com valorização de 0,46% sobre a véspera.
Indicador aponta que indústrias brasileiras usaram 68% da sua capacidade em julho contra 66% em junho.
Moeda norte-americana teve valorização superior a 2% nesta terça-feira.
País tinha 15,8 mil empresas que vendiam ao exterior em 1998. Total chegou a 25,4 mil companhias em 2017.

