Relatório do organismo internacional sobre o País defende necessidade de reformas para crescimento no médio prazo. FMI, no entanto, percebe o Brasil resiliente a choques externos.
Economia
Falando em seminário no Rio de Janeiro, Ilan Goldfajn afirmou que normalização de taxas de juros em economias avançadas tem produzido volatilidade no mercado internacional.
Transações foram realizadas no primeiro trimestre, segundo levantamento da KMPG. Fusões e aquisições cresceram 15% no período no País.
Pelo terceiro mês seguido, País registrou superávit em transações correntes em abril.
Equipe do FMI visitou país árabe e pediu que o governo não expanda gastos influenciado pela alta do preço do petróleo. Cumprimento de metas fiscais deve ser garantido.
Pesquisa da CNI mostra retomada do setor no Brasil, já que investimentos estavam em queda desde 2014.
Ministério do Petróleo do país árabe quer atrair investidores para construção de planta com capacidade de 70 mil barris por dia.
Anúncio foi feito nesta terça-feira (22), após reunião do presidente do NBD com o chanceler brasileiro em Xangai. Unidade será aberta até final do ano.
Balança comercial brasileira registrou US$ 5,2 bilhões em exportações e US$ 3,3 bilhões em importações na terceira semana de maio. No mês, o saldo ficou positivo em US$ 5 bilhões.
Câmara de Comércio Árabe Brasileira emitiu comunicado informando que é a única câmara oficialmente reconhecida no Brasil pela União Geral das Câmaras Árabes.
PIB do País avançou de janeiro a março sobre mesmos meses de 2017, segundo pesquisa da FGV. Indicador não é o oficial.
Moeda norte-americana encerrou a sexta-feira cotada a R$ 3,74, com alta de mais de 1% sobre a véspera.
Tráfego em abril foi superior a 2 milhões de passageiros. O terminal de Casablanca recebeu 40% do total.
FMI divulgou relatório preliminar de visita ao país árabe e elogiou avanço do programa de reformas. Organismo deve liberar mais US$ 2 bilhões ao Egito como parte de acordo.

