Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria mostra que melhorou situação do setor. Houve queda no pessimismo e evolução do emprego.
Economia
Recuo foi de 12,2% em fevereiro sobre igual mês de 2015.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central pioraram a expectativa para o déficit primário do governo central este ano, que era de
R$ 70,7 bi.
A presidente qualificou como ‘especulações’ a possibilidade de mudanças na equipe econômica e de utilização das reservas internacionais internamente.
Índice que mede confiança do empresário industrial registra aumento em março sobre fevereiro, mas grau de pessimismo ainda é elevado.
Ações do Banco do Brasil registraram queda superior a 20%. Dólar subiu 3,03% e atingiu R$ 3,763.
Saldo negativo ficou em US$ 15,5 bilhões em 2015, um recuo de 18,6% em relação a 2014. As exportações aumentaram, ao passo que as importações recuaram.
Pesquisa do IBGE mostra pouca variação do terceiro para o quarto trimestre. Nos últimos três meses de 2014, porém, taxa estava em 6,5%.
Estimativa diz respeito ao período de 12 meses encerrado em janeiro. Entidade diz que resultados de dezembro e janeiro podem sugerir ‘discreta estabilidade na atividade econômica’.
Fabricante brasileira de ônibus entregou 14 unidades aos Emirados em fevereiro e tem outros pedidos de 80 veículos para o Oriente Médio. Com câmbio favorável, negócios foram retomados após três anos.
Saldo é resultado de exportações de US$ 3,33 bilhões e de importações de US$ 2,502 bilhões na semana passada.
Índice do Banco Central que mede desempenho da economia recuou em janeiro sobre dezembro. Sobre igual mês de 2015, queda é maior, de 6,7%.
Essa é a estimativa de analistas de instituições financeiras para o aumento de preços neste ano. Eles voltaram a reduzir a previsão, que era de 7,59% na semana passada.
Embarques do Brasil à região somaram US$ 865,5 milhões no mês passado. Destaque para os números do açúcar e do milho.

