Valor resulta de entradas e saídas de dólar do Brasil no mês de junho. Nos três primeiros dias úteis de julho, déficit já é de US$ 1,5 bilhão.
Economia
Sondagem da Confederação Nacional da Indústria mostra que 60% das empresas do setor tomaram medidas para diminuir despesas com empregados, como férias coletivas, menos turnos e demissões.
Moeda norte-americana teve valorização de 1,29% nesta terça-feira e fechou em R$ 3,183, maior cotação desde 29 de maio.
Com o mercado interno desaquecido, setor busca retomada das vendas externas para produzir mais. Recuo de 11,2% na receita deve cair para quase a metade até final do ano.
Movimento no varejo brasileiro avançou 2,6% de janeiro a junho, foi o pior desempenho para o período desde o primeiro semestre de 2002.
Nos três primeiros dias úteis de julho, saldo entre exportações e importações do Brasil ficou positivo em US$ 636 milhões. Desde o começo do ano, superávit está em US$ 2,8 bilhões.
Os saques superaram os depósitos em R$ 38,5 bilhões no primeiro semestre, maior valor para o período.
Aumento nas exportações foi uma das poucas boas notícias divulgadas pela Anfavea, associação das montadoras, sobre primeiro semestre. Produção recuou 18,5%.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central aumentaram estimativa de queda para a economia em 2015, de 1,49% para 1,5%. É a sétima piora seguida na previsão.
Valor ficou abaixo dos R$ 144 bilhões de maio. Principal índice da bolsa brasileira teve alta de 0,6%.
Receio do brasileiro de ficar sem trabalho cresceu 5,4% em junho sobre maio, segundo pesquisa da CNI.
Pesquisa da Ernst & Young mostra que entre os executivos de companhias do setor, 56% pretendem realizar fusões e aquisições no decorrer dos próximos 12 meses. Levantamento é global.
Ações de acesso a mercados e financiamentos fazem parte de pacote do governo e podem ajudar as companhias de pequeno porte a exportar. Faltam, porém, medidas específicas para o segmento.
Avanço ocorreu em maio sobre abril após três meses de queda consecutiva, segundo pesquisa do IBGE.

