Delegação empresarial chefiada pelo ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, começa viagem pela Líbia, depois passa por Argélia, Tunísia e Marrocos. O objetivo é promover comércio e investimentos.
Oportunidades de Negócios
De setores como leite, achocolatados, biscoitos, mel e café, companhias brasileiras investem na feira alimentícia para iniciar ou ampliar as vendas para países do Oriente Médio e Norte da África.
Essa é a opinião do ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, que citou as vendas do setor como uma saída importante. Ele embarca sábado para a Líbia, primeira etapa de missão ao Norte da África.
O principal objetivo é ampliar a participação dos calçados brasileiros no mundo, expandir a base exportadora e abrir novos mercados de destino.
Compradores da Arábia Saudita, Kuwait e Egito vão se reunir com empresas brasileiras na próxima semana. A expectativa é prospectar US$ 4,8 milhões em negócios no evento em São Paulo.
A Fanem, fábrica de equipamentos médicos e hospitalares, já conta com representantes exclusivos na região, hoje seu segundo maior mercado no exterior. Ela é líder na área de produtos neonatais.
A estimativa é da Abimo, entidade que representa a indústria médica e odontológica. Cerca de US$ 3 milhões devem ser fechados ainda durante a feira, que será realizada no final de janeiro, em Dubai.
A meta para este ano do projeto Organics Brasil é expandir as vendas no exterior. Entre os países alvo estão os Emirados Árabes, que já importam do Brasil alimentos e produtos de higiene pessoal.
A Altivo Pedras, empresa brasileira especializada em produtos de ardósia e quartzito, prepara o lançamento de novos produtos e a conquista de novos importadores, também nos países árabes.
Duas empresas brasileiras que participam da feira de calçados em São Paulo receberam compradores do mercado árabe, um da Argélia e outro da Arábia Saudita. Juntos os pedidos somam sete mil pares.
No primeiro dia da feira de calçados, em São Paulo, representantes da Farah Trade, importadora e distribuidora de calçados infantis, fecharam pedidos com duas empresas brasileiras.
Das 26 milhões de aves produzidas anualmente pela mineira Rivelli, 30% são embarcadas para China, Rússia, África e Oriente Médio, considerado estratégico para aumentar as exportações da empresa.
O objetivo do programa Peiex, que tem orçamento de R$ 12 milhões para 2009, é ajudar companhias de pequeno porte de oitos estados e do Distrito Federal a entrar no mercado internacional.
A Pharma Nectar exporta própolis, mel e fitoterápicos para mais de 20 destinos. Agora ela busca certificação halal e quer entrar nos mercados dos países do Oriente Médio e Norte da África.

