Logo após a Cúpula América do Sul – Países Árabes, a CCAB, com o apoio da Apex e do governo estadual, vai promover, em São Paulo, um encontro de negócios entre empresários árabes e brasileiros. Mais de 400 importadores e exportadores já estão inscritos. As empresas brasileiras interessadas em participar ainda podem se inscrever no site da CCAB.
Oportunidades de Negócios
Cláudia Abreu e Isaura Daniel São Paulo – O grupo árabe Al Ghalia, do Bahrein, pretende formar uma parceria com o cirurgião plástico brasileiro Ivo Pitanguy, um dos mais conceituados do mundo. O primeiro contato foi feito há duas semanas. Segundo o médico, um executivo da empresa tomou conhecimento do seu trabalho, durante uma viagem ao Brasil, e
Isaura Daniel, enviada especial Brasília – O Chile enviou a Brasília representantes do seu Comitê de Investimentos Estrangeiros para mostrar aos árabes e sul-americanos que o país é um bom lugar para investir. O Comitê participa da Feira de Investimentos, que ocorre dentro do Encontro Empresarial paralelo à cúpula dos países árabes e sul-americanos, no
Isaura Daniel, enviada especial Brasília – O potencial econômico do Brasil será mostrado pelos diferentes ministérios do governo e instituições como Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco Central e Banco do Nordeste na feira de investimentos. A mostra acontece no mesmo local do Fórum Empresarial, que começa amanhã (9), em Brasília.
Empresários brasileiros defendem que para aumentar as exportações para os países árabes é preciso acabar com os intermediários nas negociações.
Fundada por um imigrante sírio, em 1918, a Chacur produz pingentes, cordões e galões para cortinas e franjas para sofás. Além de castelos e hotéis na Europa, as peças, confeccionadas em teares manuais, são usadas em residências no Brasil e nos Estados Unidos.
Da redação São Paulo – As 108 micro e pequenas empresas que participaram na última semana de uma rodada de negócios da cadeia de petróleo e gás, na sede da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, no Rio Grande do Sul, devem realizar vendas de R$ 2 milhões nos próximos 12 meses em função do encontro. As informações
Logo após a cúpula dos países árabes e sul-americanos, a CCAB vai promover, nos dias 12 e 13 de maio, em São Paulo, um encontro de negócios entre árabes e brasileiros. Um total de 93 importadores e exportadores da Argélia, Egito, Jordânia, Líbano, Palestina, Síria, Sudão e Tunísia estavam inscritos até sexta-feira. As empresas brasileiras interessadas em participar devem se inscrever no site da CCAB.
Representantes de três operadoras de turismo, um hotel do Amazonas, da CCAB, Embratur e Infraero vão divulgar o potencial turístico do Brasil na Arabian Travel Market, que começa na terça-feira nos Emirados Árabes Unidos.
Realcafé, do Espírito Santo, está entrando no mercado árabe. As primeiras remessas aconteceram no ano passado – quatro contêineres foram embarcados. Para este ano, a meta é multiplicar esse número por seis. O café é enviado sem marca para uma indústria local, que o etiqueta e o distribui na região.
O país abriga sete distritos industriais onde empresas têm total isenção fiscal. As áreas foram construídas a partir dos anos 70 para incentivar o comércio exterior. Uma dessas zonas é a de Nasr City, nos subúrbios do Cairo, que concentra companhias dos setores têxtil, químico, de informática, medicamentos e fornecedores de insumos para exploração de petróleo.
A informação é do diretor do departamento de promoção comercial do Itamaraty, Mario Vilalva, que esteve no Cairo para divulgar os encontros. Do Egito vão pelo menos 15 homens de negócios, que representam setores como os de commodities, cimento e equipamentos elétricos. O Conselho Empresarial Brasil-Egito quer que o comércio entre os dois países chegue a US$ 1 bi até 2010.
O superintendente-adjunto para a área de projetos da Zona Franca, Oldemar Lanck, esteve em Abu Dhabi e Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e no Cairo para falar sobre as oportunidades de negócios no pólo industrial amazônico. Ele acredita na possibilidade de uma parceria com o porto de Jebel Ali e de venda de produtos para importadores da região.

