A fábrica carioca criou a marca Orion para vender em países onde não tem licença para exportar os produtos Aladdin. A M. Agostini fabrica e distribui as garrafas térmicas da Aladdin na América Latina. A Orion foi desenvolvida há um ano e já é vendida na Europa e América do Norte. Em 2005 o foco será o mercado árabe.
Oportunidades de Negócios
Um grupo de artesãos do sertão nordestino que trabalha com couro de bode e boi formou uma cooperativa para unir esforços e crescer. A participação em feiras garante a venda dos produtos para vários estados e o envio das primeiras amostras para o exterior. Os países árabes também são considerados mercados potenciais.
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do estado criou três programas para aumentar o número de companhias exportadoras, que hoje somam 8,4 mil. Estes projetos incluem o patrocínio para que pequenos empreendedores possam participar de eventos internacionais, um catálogo de produtos e empresas e a realização de seminários.
Nos dez primeiros meses do ano, o Porto de Santos, em São Paulo, movimentou 57,5 milhões de toneladas, um crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2003. Pelo Porto de Paranaguá, no Paraná, passaram 30 milhões de toneladas. Em Pernambuco, os embarques e desembarques aumentaram 12%. Foram movimentadas 4,832 milhões de toneladas nos portos de Suape e do Recife, contra 4,314 milhões no mesmo período do ano passado.
Da Agência Brasil Brasília – O lançamento dos novos editais para a concessão de oito trechos rodoviários federais deverá ser feito em março do próximo ano. Esse é o último lote viável de rodovias para concessão. Com o novo edital, a iniciativa privada terá a oportunidade de gerenciar mais de três mil quilômetros da malha
Different from previous times, when exports were only occasional business, today the small entrepreneurs enter the foreign markets to stay. Between the 7,000 micro and small national companies which export, 58% do it regularly, year to year. In 1998, this percentage was only 30%.
A informação foi divulgada hoje pelo vice-presidente da China, Huang Megfu, que visita o Brasil acompanhado de uma delegação de 15 empresários.
A empresa catarinense Zen exportou neste ano 135 mil impulsores de partida para Emirados Árabes Unidos, Síria, Jordânia e Líbano, além de Israel e Irã. O envio das peças para a região representou cerca de 1,65% das vendas totais da empresa. A meta da Zen é elevar este percentual para 3% em 2005. A companhia é líder nacional no segmento e exporta para mais de 50 países.
A Fanem, líder brasileira no setor de neonatologia, produtos para recém-nascidos como incubadoras e berços especiais, está estudando a instalação de uma linha de montagem em algum dos 22 países árabes. A intenção é facilitar as vendas para o Oriente Médio e Norte da África, o segundo maior mercado da empresa no exterior, atrás apenas da América Latina. Do total das exportações brasileiras no segmento, 93% são creditadas à empresa.
Algérie Presse Service Tunis – Começou ontem (01) a primeira edição de uma feira internacional de serviços de exportação na Tunísia. O evento, que vai contar com a participação de empresários locais, de outros países do Magreb, bloco formado pelo Marrocos, Argélia, Mauritânia, Líbia e Tunísia, e também da Europa, é uma iniciativa do Sindicato da Indústria
A Agência Brasileira de Negócios Internacionais representa companhias de setores como alimentação, cosméticos, frigoríficos e commodities agrícolas na prospecção de novos mercados para exportação. A empresa de água mineral Ouro Fino, por exemplo, é representada pela agência e quer vender para o mercado árabe.
O líder da delegação de empresários marroquinos que esteve na Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB) para uma rodada de negócios disse que as relações comerciais entre os dois países devem ir além das compras e vendas. Ao grupo de brasileiros que participou da abertura do encontro, Mourad Cherif falou sobre setores que estão crescendo no seu país e que podem receber investimentos brasileiros. Entre eles estão as áreas de turismo, telecomunicações, construção e agricultura. &nb
Ao todo, 12 empresários marroquinos, chefiados pelo ministro do Comércio do país árabe, Salah Eddine Mezouar, vão estar em São Paulo para participar de rodadas de negócios. O encontro ocorre paralelamente à visita do rei do Marrocos, Mohammed VI, que vai se encontrar com o presidente Lula em Brasília.
A opinião é de Pedro Motta, chefe do departamento da África do Itamaraty. O rei do Marrocos, Mohammed VI, chega hoje ao Brasil e amanhã vai assinar com o presidente Lula um acordo-quadro que marca o início das negociações para um tratado de preferências tarifárias com o Mercosul. Segundo o diplomata, como o país árabe já tem acordos com a UE e os EUA, empresários brasileiros podem utilizá-lo como plataforma exportadora para estes mercados.

