Different from previous times, when exports were only occasional business, today the small entrepreneurs enter the foreign markets to stay. Between the 7,000 micro and small national companies which export, 58% do it regularly, year to year. In 1998, this percentage was only 30%.
Oportunidades de Negócios
A informação foi divulgada hoje pelo vice-presidente da China, Huang Megfu, que visita o Brasil acompanhado de uma delegação de 15 empresários.
A empresa catarinense Zen exportou neste ano 135 mil impulsores de partida para Emirados Árabes Unidos, Síria, Jordânia e Líbano, além de Israel e Irã. O envio das peças para a região representou cerca de 1,65% das vendas totais da empresa. A meta da Zen é elevar este percentual para 3% em 2005. A companhia é líder nacional no segmento e exporta para mais de 50 países.
A Fanem, líder brasileira no setor de neonatologia, produtos para recém-nascidos como incubadoras e berços especiais, está estudando a instalação de uma linha de montagem em algum dos 22 países árabes. A intenção é facilitar as vendas para o Oriente Médio e Norte da África, o segundo maior mercado da empresa no exterior, atrás apenas da América Latina. Do total das exportações brasileiras no segmento, 93% são creditadas à empresa.
Algérie Presse Service Tunis – Começou ontem (01) a primeira edição de uma feira internacional de serviços de exportação na Tunísia. O evento, que vai contar com a participação de empresários locais, de outros países do Magreb, bloco formado pelo Marrocos, Argélia, Mauritânia, Líbia e Tunísia, e também da Europa, é uma iniciativa do Sindicato da Indústria
A Agência Brasileira de Negócios Internacionais representa companhias de setores como alimentação, cosméticos, frigoríficos e commodities agrícolas na prospecção de novos mercados para exportação. A empresa de água mineral Ouro Fino, por exemplo, é representada pela agência e quer vender para o mercado árabe.
O líder da delegação de empresários marroquinos que esteve na Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB) para uma rodada de negócios disse que as relações comerciais entre os dois países devem ir além das compras e vendas. Ao grupo de brasileiros que participou da abertura do encontro, Mourad Cherif falou sobre setores que estão crescendo no seu país e que podem receber investimentos brasileiros. Entre eles estão as áreas de turismo, telecomunicações, construção e agricultura. &nb
Ao todo, 12 empresários marroquinos, chefiados pelo ministro do Comércio do país árabe, Salah Eddine Mezouar, vão estar em São Paulo para participar de rodadas de negócios. O encontro ocorre paralelamente à visita do rei do Marrocos, Mohammed VI, que vai se encontrar com o presidente Lula em Brasília.
A opinião é de Pedro Motta, chefe do departamento da África do Itamaraty. O rei do Marrocos, Mohammed VI, chega hoje ao Brasil e amanhã vai assinar com o presidente Lula um acordo-quadro que marca o início das negociações para um tratado de preferências tarifárias com o Mercosul. Segundo o diplomata, como o país árabe já tem acordos com a UE e os EUA, empresários brasileiros podem utilizá-lo como plataforma exportadora para estes mercados.
Até ontem, representantes de 36 companhias já haviam se inscrito para participar das rodadas de negócios com 12 empresários marroquinos, na sexta-feira em São Paulo. Empresas como a Xingu, a Monarcha e a Visual Software vão ter seu primeiro contato com homens de negócios do país árabe. O encontro vai ocorrer paralelamente à visita do rei Mohammed VI ao Brasil. A viagem do rei à América Latina foi destaque ontem na imprensa do Marrocos.
O Magic Brazil, que reúne sete empresas do Rio Grande do Sul, participa pela segunda vez da Big 5 nos Emirados Árabes Unidos, maior feira de construção civil do Oriente Médio. Ao seu lado estão quatro outros grupos empresariais do Brasil, como o Coopslate, de Minas, que quer começar a vender para a região. O setor de construção deve movimentar US$ 200 bi até o final do ano nos seis países do Conselho de Cooperação do Golfo.
A Câmara de Comércio Árabe Brasileira e a embaixada do Marrocos promovem, nesta sexta-feira, um encontro entre empresários brasileiros e 12 empresas marroquinas. Até ontem, representantes de 25 companhias brasileiras já haviam se inscrito. O encontro ocorrerá paralelamente à visita do rei Mohammed VI ao Brasil. Hoje começa, também na capital paulista, um festival de culinária marroquina, no hotel Meliá Mofarrej.
Os dois países compram entre 900 e mil peças das 1,5 mil que Amarilis Fernandes exporta por coleção. Ela criou vestidos exclusivos de festa, bordados e coloridos, após começar a vender para as mulheres árabes. A empresária tem compradores também na Grécia, Japão, EUA e Itália.
A fábrica paulista também quer estabelecer uma megaloja em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Para isso está procurando parceiros comerciais locais. Referência nacional no segmento de móveis de alto padrão, a grife iniciou o seu processo de internacionalização há três anos. Desde então inaugurou cinco lojas no exterior e pretende chegar a no mínimo mais três no próximo ano.

