Da redação São Paulo – O Encontro Internacional de Negócios do Artesanato, que começa na quinta-feira (5) em Salvador, na Bahia, deve gerar R$ 7 milhões em vendas para os expositores. A mostra ocorre até o dia 08 de agosto, no Centro de Convenções da Bahia. Durante dois dias haverá rodadas de negócios entre potenciais
Oportunidades de Negócios
A Feira Internacional de Produtos e Serviços para Piscinas, Parques Temáticos e Lazer é o maior evento da América Latina voltado ao setor e acontece de 11 a 14 de agosto em São Paulo. Os empresários do ramo no país estimam que devem faturar este ano R$ 2,1 bilhões. Por enquanto, o foco ainda é o mercado interno, sendo as exportações restritas aos países vizinhos da América do Sul.
Da redação São Paulo – Doze compradores dos Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Líbano, Inglaterra, Israel e Portugal participaram nesta sexta-feira (30) e sábado (31) da Rodada de Negócios Internacional em Aracaju, no Sergipe. Eles conhecerão o trabalho de 20 fabricantes de sucos e polpas de frutas do Sergipe, Alagoas e Rio Grande do Norte. Desde
Fabricantes e revendedores de produtos ópticos criaram um selo de origem e segurança para combater a falsificação e investir na qualidade dos produtos nacionais. Outra iniciativa para aumentar as vendas externas é a formação de um consórcio de exportação de armações em 2005. A marca paulista De Lauretis desenvolveu um óculo de ouro maciço que será apresentado ao mercado árabe.
Angela Martins, diretora do banco ABC Brasil, escreveu um livro sobre a prática bancária islâmica, norteada pelos princípios do Alcorão, e que leva em conta a ética e a responsabilidade social. Não existem juros, mas os lucros são bem-vindos. Como se trata de uma atividade crescente, Angela acredita que os brasileiros interessados em fazer negócios com os árabes devem aprender mais sobre o sistema.
Da redação São Paulo – A participação de 129 empresas brasileiras na 21ª Feira Internacional de Luanda (FILDA), em Angola, resultou em US$ 23,6 milhões de contratos fechados, informa a assessoria de imprensa da Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex-Brasil). Com o apoio da Apex, os empresários realizaram mais de 670 contatos comerciais
A fábrica paulista enviou, no ano passado, cerca de 50 manequins para lojas de grifes internacionais nos dois países árabes. A intenção da empresa, porém, é ampliar as relações comerciais com as nações da região e conseguir um representante no mercado local. Ela já exporta para mais de 20 destinos.
Há 15 anos o grupo francês exporta suco de laranja fabricado na unidade brasileira para os países árabes. A multinacional, que está instalada há 50 anos no Brasil, conta com um representante exclusivo em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Para exportadores, depois de China e Rússia, os árabes são considerados o mais importante mercado alternativo para o produto.
Tradicional joalheria do Rio de Janeiro, que conta com 90 lojas no país e 12 no exterior, tem suas criações, desde o ano passado, vendidas nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein. Uma das metas da empresa é conseguir mais representantes da marca no Oriente Médio, já que não há planos no curto prazo de abrir lojas na região.
A segunda edição do evento, que começa na quinta-feira em São Paulo, vai reunir 400 marcas da bebida produzidas em 18 estados brasileiros. A organização prevê R$ 12 milhões em negócios.
Evento multissetorial que ocorre em setembro na capital síria terá um estande organizado pela Câmara Árabe-Brasileira e pelo Itamaraty. Uma parte dele será ocupado pela prefeitura de Santo André, que reservou espaço para empresas do município de diferentes perfis, como incubadoras tecnológicas, fabricantes de autopeças e indústrias de plástico.
A Linhas Cículo, de Santa Catarina, quer aumentar as suas vendas no mercado internacional e para isso quer conquistar o consumidor árabe. A empresa fabrica linhas para bordado, tricô e crochê e faturou cerca de US$ 22,6 milhões no ano passado, sendo US$ 2,5 milhões com as exportações.
A Phoebus, que é integrante do consórcio de exportação de software PBTech, iniciou as negociações com empresários dos dois países em abril deste ano. Os árabes estão interessados na solução para redes de correspondentes bancários desenvolvida pela empresa. A expectativa é de que o negócio se concretize até o final de 2004 e que gere US$ 160 mil em um ano.
Até o final deste ano, a entidade vai participar de duas feiras internacionais, na Síria e nos Emirados Árabes Unidos, e duas nacionais, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Empresas interessadas devem entrar em contato com o departamento de marketing da CCAB.

