Oportunidades de negócios com o mercado árabe e acordo de livre comércio do Egito com o Mercosul estarão entre os temas de palestra que a Câmara Árabe promove nesta quarta-feira (26) na Univali.
Oportunidades de Negócios
Representantes da Egyptian Export Center HB estão em São Paulo para rodadas de negócios com mais de vinte companhias locais.
Documento foi firmado com a autoridade aduaneira da Jordânia nesta quinta-feira, em Amã. Processo online vai facilitar trâmites, reduzir tempo e custos das exportações do Brasil ao mercado jordaniano.
Após reabertura de salas na Arábia Saudita, setor passa por momento de forte expansão na região.
O presidente da entidade, Rubens Hannun, esteve em Damasco e se reuniu com autoridades e empresários locais. ‘O Brasil é bem-vindo no processo de reconstrução da Síria’, disse.
Delegação empresarial liderada pelo ministro Aloysio Nunes estará no Cairo nos dias 13 e 14 de novembro, com apoio da Câmara Árabe. Objetivos são ampliar e diversificar o comércio bilateral.
O evento com o diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, será realizado na Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), no dia 21.
Fadih Abu Alinain é sírio de origem palestina, mas mora no Brasil. Ele montou estande próprio para expôr produtos da marca brasileira.
Escritório Econômico e Comercial do Egito em São Paulo tem estande na mostra, onde podem ser vistos artigos fabricados no país árabe, como fios, tecidos e camisas.
A Ramax vai enviar amostras de cortes bovinos a um importador sírio interessado em comprar o produto do Brasil. Contato foi feito no estande organizado pela Câmara Árabe e pela embaixada brasileira.
A indústria brasileira Scanmetal fabrica produtos para o trabalho na construção civil, como carrinhos de mão e proteção contra queda de operários, e tem como meta exportar para países árabes.
Mostra começou na noite desta quinta-feira na capital síria. Espaço organizado pela Câmara Árabe e embaixada brasileira foi procurado por 50 empresários árabes.
Middle East Stone terminou nesta quinta-feira. Pavilhão brasileiro contou com 19 empresas. Negócios podem chegar a US$ 5,8 milhões em 12 meses.
Do total de registros de companhias feitos no país árabe de janeiro a agosto, 85% foram em Dubai e Abu Dhabi.

