Apesar da crise política, Brasil ainda encontra espaço para ampliar vendas ao mundo árabe. O assunto foi tema de entrevista coletiva nesta terça-feira (10), na Câmara Árabe, em São Paulo.
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A produção brasileira de grãos deste ano deverá somar 158,7 milhões de toneladas, com aumento de 6% sobre o período anterior, segundo o IBGE.
A empresa faturou US$ 15,6 bilhões no ano fiscal que foi de 1º de abril de 2010 a 31 de março de 2011. O lucro foi de US$ 1,6 bilhão, um valor recorde para a organização.
Chanceler Antonio Patriota visitou o Egito e pediu ajuda para candidato brasileiro na agência da ONU que combate a fome. Ele discutiu também a situação política no mundo árabe.
Isenção da taxa de importação, que terminaria no fim de maio, agora acaba em 30 de junho. Setor têxtil continua a sofrer com quebra da safra.
Pesquisa feita pelo banco HSBC, mostra que o Oriente Médio e Norte da África são as regiões mais confiantes com o desenvolvimento do comércio internacional nos próximos seis meses.
O país árabe deve adotar modelo econômico com maior abertura ao exterior e diversificação de parceiros internacionais, segundo declaração do ministro das Finanças, Jalloul Ayed.
A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 969 milhões na primeira semana de maio, segundo o Ministério do Desenvolvimento.
A Câmara Árabe promove nesta quinta-feira um seminário voltado a empresários para falar sobre o atual cenário econômico da região, que enfrenta transformações políticas e sociais.
A feira de agronegócios, que ocorreu na última semana em Ribeirão Preto, registrou a presença de 870 visitantes de fora, principalmente da Venezuela, Argentina e Estados Unidos.
A indústria brasileira de transformados de plástico teve receita 35% maior em 2010 sobre o ano anterior. Segundo a Abiplast, foram faturados R$ 41 bilhões.
Convênio entre a Apex e a Associação Brasileira de Arte Contemporânea vai levar galeristas brasileiros para feiras internacionais. O projeto envolve 37 galerias.
De acordo com o presidente do HSBC para o Oriente Médio e Norte da África, Simon Cooper, o país tende a ser beneficiado quando seus vizinhos acumulam receitas com a commodity.
Descendente de libaneses, o dono do hotel paulistano, Henry Maksoud, fala sobre as novidades de seu empreendimento, um ícone dos anos 80. Suítes ganham piso laminado e bar panorâmico será aberto.

