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A intenção de criar uma operação unificada foi divulgada na semana passada pela brasileira BM&F e pela argentina Rofex. Juntos os dois países colhem mais soja do que os Estados Unidos, que é o maior produtor mundial. Mas a cotação internacional do produto é ditada pela Bolsa de Chicago. Segundo especialistas, se o negócio der certo, poderá trazer benefícios em termos de formação de preços e diminuição do risco dos produtores com as oscilações.

A pequena nação árabe, localizada entre Moçambique e Madagascar, exportou 40 toneladas do produto para o Brasil entre janeiro e setembro deste ano. É a primeira vez, em pelo menos oito anos, que o Brasil importa cravos comorenses. Formado por três ilhas do Oceano Índico, o país figura entre os maiores produtores mundiais da especiaria.

Segundo o Itamaraty, o texto encaminhado traz as linhas mestras do que poderá vir a ser o tratado. Agora o bloco sul-americano espera uma resposta do governo egípcio. As questões específicas, como as listas de produtos por exemplo, serão negociadas posteriormente. Conforme a ANBA noticiou na semana passada, uma delegação do país árabe deve vir ao Brasil em novembro para tratar do assunto.

Durante eventos ocorridos na quarta-feira e ontem, o presidente brasileiro ressaltou a necessidade do país mostrar o seu potencial econômico ao mundo. Como exemplo, ele citou a viagem que fez aos países árabes e o aumento do comércio com a região. Lula acredita que logo o Brasil será tão competitivo quanto as demais potências econômicas. Para especialistas, porém, ainda há muito a fazer fora das portas das fábricas e das porteiras das fazendas.

Criada há quatro anos, a AGS tem a Petrobras como um de seus principais clientes. A empresa desenvolveu uma linha completa de produtos para a contenção de derramamentos de óleo e produtos químicos e também oferece serviço de orientação sobre a importância da prevenção de acidentes que possam prejudicar o meio ambiente.