Nos primeiros quatro meses do ano os embarques para o país árabe renderam US$ 12,2 milhões, contra US$ 8 milhões registrados no mesmo período de 2003. O Egito também consta da lista dos 50 maiores compradores.
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A Apex assina nesta terça-feira um convênio com a Abiec para promover as vendas da carne bovina brasileira no mercado internacional. O objetivo é aumentar a comercialização com União Européia, Leste Europeu, Oriente Médio e América do Sul, além de desbravar novos mercados como China, Japão, México e Estados Unidos.
Mais de 1,3 milhão de pessoas trabalham fora do país e enviam dinheiro regularmente para suas famílias. Os números fazem parte de um estudo apresentado hoje pelo BID.
A Intermodal vai reunir 350 expositores, grande parte da área de transporte internacional. A mostra segue até a sexta-feira, 04 de junho, no Centro de Exposições Imigrantes.
De acordo com a avaliação do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, as exportações responderam por metade do crescimento de 1,6% da economia do país no primeiro trimestre.
Representantes da Câmara Árabe Brasileira participaram do 38° congresso das câmaras de comércio dos países árabes. Para o secretário-geral da entidade, Michel Alaby, a reunião de cúpula dos chefes de estado árabes e da América do Sul, programada para ocorrer em dezembro, vai ajudar em nas negociações.
A empresa iniciou as vendas para o país no final do ano passado e deve dobrar a receita do comércio com a região neste ano. O Oriente Médio representa 6% das exportações. A fábrica produz desde shorts até agasalhos e acessórios esportivos.
Antes mesmo do início da Feira Internacional de Argel, que começa no dia 2, empresários argelinos já estão interessados em fazer negócios. Em um seminário na capital do país árabe, representantes da Câmara Árabe Brasileira fizeram propostas para aumentar o comércio entre os dois países.
A 3ª edição da Latinpharma será realizada no Rio de Janeiro entre os dias 9 e 12 de junho. Participantes terão a oportunidade de conhecer os avanços tecnológicos do setor.
Em reunião hoje com o presidente Lula, o primeiro ministro espanhol, Luiz Rodrigues Zapatero, prometeu atuar para que os países europeus, principalmente a França, revejam suas restrições aos produto agrícolas brasileiros.
O maior investidor é a Arábia Saudita, seguida do Kuwait, Líbia, Emirados Árabes Unidos, Líbano e Bahrein. Nas sete zonas francas do país, a maior parte dos aportes vem do Kuwait. A legislação egípcia concede benefícios para empresas estrangeiras interessadas em se instalar por lá.
O aumento das vendas de leites, queijos e manteigas para os países árabes está ajudando a reverter o déficit da balança comercial do setor. O saldo negativo já caiu em dez vezes nos primeiros quatro meses do ano. As nações árabes adquiriram 3,3 mil toneladas ou US$ 5,8 milhões em lácteos nacionais.
Segundo levantamento divulgado pelo IBGE, houve aumento de atividade em todos os setores da economia. No ano passado o PIB do país diminuiu.
Especializado em rebocadores e embarcações médias, Wilson, Sons quer produzir navios de apoio e suprimento para plataformas marítimas. O BNDES vai financiar as obras com US$ 1,9 milhão, 85% do total necessário.

