Esse é o valor que o Elloumi, fabricante tunisiano de cabos e fios elétricos para veículos, pretende aplicar na construção de uma unidade industrial que deverá empregar 120 pessoas em São Paulo ou Minas Gerais. Fadhl Aifa, representante da companhia, participa da 2ª Jornada Tunisiana de Negócios em São Paulo.
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Entre as medidas está a realização de um estudo para identificar 10 produtos tunisianos com potencial de exportação para o mercado brasileiro e a participação dos árabes em uma feira de supermercados no Rio.
Empresários que participam da 2ª Jornada Tunisiana de Negócios querem exportar, mas também importar produtos brasileiros. Setores vão desde equipamentos de iluminação pública a artefatos de couro, passando pela indústria alimentícia.
Lista de vantagens para a construção de fábricas no país árabe foi um dos principais destaques do seminário sobre cooperação industrial entre o Brasil e a Tunísia, realizado hoje na Fiesp e que abriu a 2ª Jornada Tunisiana de Negócios.
Da redação São Paulo – Um acordo de cooperação técnica e financeira entre Brasil e Tunísia será assinado hoje (26) pelo presidente da Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex), Juan Quirós, e pelo presidente do Centro de Promoção das Exportações (Cepex), Ferid Tounsi. O Cepex é responsável pela expansão de mercados externos de
A empresa paulista vende coloração para cabelo, xampus e condicionadores para o Kuwait, Chile, Japão e Estados Unidos. Em 2004, a Surya, que desenvolveu embalagem especial para o mercado árabe, quer dobrar a receita de exportação e conquistar os mercados da Europa e de outros países do Oriente Médio.
Grupo Elloumi será um dos participantes da 2ª Jornada Tunisiana de Negócios, que começa hoje em São Paulo e terá a participação de 10 companhias do país árabe e mais de 50 brasileiras. Evento será aberto com um seminário de cooperação industrial, terá rodadas de negócios e assinatura de acordos.
Já o Brasil está de olho no carvão, produtos químicos, medicamentos, têxteis, máquinas e equipamentos elétricos chineses.
O motivo da queda nos volumes, de acordo com a associação do setor, continua a ser o sistema de cotas de importação imposto pela Rússia. As receitas, no entanto, aumentaram 2,4%.
A Florense, por exemplo, quer expandir suas vendas para o Oriente Médio. Já a Saccaro investe em tecnologia para aumentar a produtividade e as exportações. Empresas têm lojas exclusivas lá fora.
Segundo Sérgio Telles, representante do Brasil em Túnis, a Jornada de Negócios, que será realizada entre os dias 26 e 28 em São Paulo, será fundamental para identificar os setores em que pode haver cooperação industrial.
Localizada na Amazônia, a nova unidade vai fazer altar a produção local de gás natural de 6 milhões de metros cúbicos/dia para 10 milhões de metros cúbicos/dia, além de permitir o processamento de 500 toneladas diárias adicionais de gás liquefeito do petróleo.
O superávit registrado nos três primeiros meses do ano é 45% maior em relação ao mesmo período de 2003. As exportações somaram US$ 7,84 bilhões, um crescimento de 37% em relação a janeiro-março do ano passado. Só em março as exportações do agronegócio totalizaram US$ 3,26 bilhões.
Reunião de chanceleres, entre eles o ministro Celso Amorim, será realizada amanhã na Guatemala. Entre os temas que serão debatidos estão o combate à probreza, comércio e investimentos.

