Países da região receberam US$ 43,9 bilhões no ano passado. Emirados foram o principal destino dos recursos, e o Kuwait, o maior emissor.
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Exportações superaram importações em US$ 204 milhões na semana passada. Das quatro primeiras semanas de julho, três registraram saldo positivo.
Valor passou de R$ 2,496 trilhões em maio para R$ 2,583 trilhões em junho. Endividamento interno avançou 3,81%, e o externo recuou 2,35% (em dólares).
Desenvolvedora imobiliária dos Emirados Árabes lucrou US$ 770,5 milhões no primeiro semestre do ano. Aluguéis de propriedades e negócios na área de lazer ajudaram a aumentar os resultados financeiros.
Indicador passou de 68,1 pontos em junho para 69,1 em julho, segundo pesquisa da FGV.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central acreditam que taxa básica de juros subirá 0,5 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária e encerrará ano em 14,25%.
Indústria de calçados registrou crescimento na receita com exportações no primeiro semestre do ano. Volumes embarcados, porém, caíram. Vendas se concentraram na América do Sul.
Tratado confirmado nesta sexta-feira foi negociado por 54 países e prevê a eliminação de impostos em três anos. Brasil não está entre eles. Mercado mundial do setor é avaliado em US$ 1,3 trilhão.
Cotação da moeda norte-americana fechou em maior patamar desde 2003, em R$ 3,34, afetada por redução da meta de superávit primário.
Segundo dados do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, produção de alimentos permanece bem abaixo dos níveis anteriores ao conflito. Pão está 87% mais caro.
Agência das Nações Unidas abriu seu primeiro escritório no continente esta semana. Com sede na Etiópia, unidade buscará acelerar a integração econômica da região.
Índice da Fundação Getulio Vargas recuou 2,3% neste mês sobre junho.
Fundado por um libanês, o Brasil Supermarket já conta com duas unidades no país árabe, nas cidades de Rayak e Chtaura. Lá, os clientes encontram comidas, bebidas e roupas daqui, e até atendimento em português.
Enviado das Nações Unidas para o Oriente Médio afirmou que coexistência dos dois estados está ‘mais longe do que nunca’. Ele falou no Conselho de Segurança da ONU, que debate o tema.

