Moeda norte-americana encerrou a semana cotada a R$ 2,563, maior valor desde 20 de abril de 2005. Valorização em 2014 chega a 8,73%.
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Brasil diminuiu suas vendas para a região em volume e receita neste ano até outubro. Mas, no geral, envios do produto do País ao exterior cresceram.
Cúpula do grupo que reúne as maiores economias do mundo terá na pauta iniciativa global de apresentação de projetos para investidores.
Participação da região nas exportações do frigorífico passou de 15% para 19% nos 12 meses encerrados em setembro. Porcentagem do Norte da África, porém, recuou.
Segundo o IBGE, de agosto para setembro houve avanço na maioria das regiões pesquisadas, apesar da queda de 0,2% no índice nacional.
Estudo da Anfavea aponta aumento de 140% na frota circulante de autoveículos sobre o total do ano passado. Para cálculo, foi levado em conta avanço de 3% ao ano no PIB.
Região foi responsável por 4,7% da receita que a indústria teve com o mercado externo de janeiro a setembro. No mesmo período do ano passado, participação era de 3,7%.
Khaled Dahan, embaixador do país africano, esteve em São Paulo para visitar empresas que tinham negócios lá antes da Primavera Árabe. Segundo ele, volta é certa após estabilização política.
Balanço do período entre julho e setembro indica que resultado ficou negativo em R$ 24,3 milhões. Faturamento foi menor do que no trimestre anterior.
Recuo foi de 0,3 ponto percentual sobre os três meses anteriores, segundo o IBGE. Taxa ficou em 6,8%.
Oito companhias irão participar da Big 5 no estande organizado pela Câmara Árabe e pela Apex-Brasil neste mês. Expectativa é fechar negócios.
Fashion Label Brasil foi lançado nesta quarta-feira pela Abest, associação do setor, e Apex-Brasil. Objetivo é mostrar inovação na moda brasileira e ajudar a exportar.
Segundo o Fundo, país tem capacidade para suportar queda na cotação de petróleo. Preços dos imóveis começam a se estabilizar após elevação.
Saldo da entrada e saída de dólares do Brasil teve o maior resultado desde maio do ano passado.

