Estudo de banco saudita avalia que o preço do petróleo vai diminuir e terá reflexo no desempenho do Produto Interno Bruto dos países árabes da região em 2012.
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Fundo elogia dados macroeconômicos do país árabe e estima crescimento de 5,5% do PIB este ano, mas recomenda esforço para reduzir o desemprego, hoje em 24,4%.
Avaliação é do presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas, Antonio Castro. Em 2011, o valor de mercado das empresas listadas em bolsa caiu R$ 213,5 bilhões.
A marca foi ultrapassada pela primeira vez em dois anos. Indústria hoteleira faturou US$ 1,09 bilhão de janeiro até o mês passado. Meta para 2011 deve ser superada.
Esse foi o valor dos negócios gerados pelas delegações empresariais organizadas pelo governo brasileiro em 2011. Em fevereiro, será realizada viagem à Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.
Instituto informa ainda que o ritmo de crescimento dos investimentos estatais é ditado pelas eleições, ou seja, há aceleração em ano eleitoral e desaceleração no ano subsequente.
Até o dia 23, saída de moeda estrangeira do Brasil superou a entrada em US$ 2,1 bilhões.
Nações Unidas terão US$ 5,15 bilhões nos próximos dois anos, 5% a menos do que a receita do ciclo anterior. O motivo é a crise nos países desenvolvidos, principais contribuintes.
Mais de um milhão de pessoas passaram pelo terminal pelo quinto mês consecutivo. Fómula 1 e Hajj impulsionaram o tráfego.
Países do Golfo pretendem desenvolver principalmente projetos nas áreas de construção, infraestrutura e indústria petrolífera. Os dados são de relatório do banco de investimentos Markaz, do Kuwait.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas passou de 110,7 pontos em novembro para 101,8 em dezembro. Foi a primeira alta do ano.
O orçamento divulgado pelo governo esta semana prevê despesas de US$ 184 bilhões no próximo ano, US$ 30 bilhões a menos do que em 2011.
Relatório Serasa Experian de Perspectiva Econômica sinaliza avanço do PIB já no primeiro trimestre de 2012. Nos últimos meses de 2011 houve estagnação.
Embaixadora brasileira nas Nações Unidas diz que método utilizado pelo País durante seus dois anos no Conselho de Segurança foi fundamental em processos de paz, como a independência do Sudão do Sul.

