Exportações da Jordânia avançam 10%

Vendas externas somaram US$ 1,21 bilhão no primeiro bimestre. Importações recuaram, mas o país ainda acumula forte déficit comercial.

Da Redação
anba@anba.com.br

São Paulo – As exportações da Jordânia somaram 857,7 milhões de dinares jordanianos (US$ 1,21 bilhão) em janeiro e fevereiro, um aumento de 9,8% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Departamento de Estatísticas do país.

As importações, por sua vez, ficaram em 2,243 bilhões de dinares (US$ 3,164 bilhões), um recuo de 1,8% na mesma comparação. Com isso, o déficit comercial do país recuou 7,8%, para 1,385 bilhões de dinares (US$ 1,954 bilhão).

As exportações que mais cresceram foram as de roupas e acessórios, potássio bruto, fertilizantes e químicos inorgânicos. Houve queda, porém, nas vendas externas de produtos farmacêuticos e fosfato bruto.

Na outra mão, aumentaram as importações de aparelhos elétricos e suas partes. Recuaram, no entanto, as compras de petróleo e derivados, máquinas e suas partes, ferro e seus produtos, e plásticos e seu produtos.

As exportações aumentaram para outros países árabes, América do Norte, Ásia e União Europeia. Nestas regiões, destaque para a Arábia Saudita, Estados Unidos, Índia e Itália.

No sentido contrário, avançaram as importações de outros países árabes, com destaque para a Arábia Saudita, e da Ásia, especialmente da China. Caíram, no entanto, as compras da América do Norte, principalmente dos EUA, e da União Europeia, com destaque para a Alemanha.

Brasil

Para o Brasil, a Jordânia exportou o equivalente a US$ 335 mil no primeiro bimestre, uma queda de 29,2% em relação ao mesmo período de 2018, de acordo com dados da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. Foram comercializados fertilizantes, alho e itens de vestuário.

Já as exportações do Brasil à Jordânia somaram US$ 44,8 milhões, um crescimento de 41% na mesma comparação. Os principais produtos embarcados foram partes de turbinas, milho, carne bovina, frango e gado vivo.

Khalil Mazraawi/AFP

Publicações relacionadas