Marcelo Della Nina se reuniu com o príncipe Saud Bin Naif Bin Abdulaziz, governador da Província Oriental da Arábia Saudita, em Dammam.
Arábia Saudita
Arábia Saudita lidera os países do GCC com cerca de metade das obras anunciadas no período. Valor dos contratos assinados com construtoras subiu 33%.
Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer 1,9% em 2019, ante 2,2% em 2018, e depois acelerar para 3% em 2020.
Franquia brasileira de açaí com mais de 140 lojas pretende abrir outras duas unidades no emirado, e também em Riad e Jeddah, na Arábia Saudita, até o fim do ano.
Exportações do Brasil à região somaram US$ 642 milhões em junho, um aumento de 26% sobre o mesmo mês do ano passado.
Pesquisa do banco Emirates NBD mostra atividade privada em alta nos dois países em maio. No Egito, porém, houve um recuo no mesmo mês.
Petrolífera estatal saudita divulga pela primeira vez publicamente seu relatório financeiro e fará audiência inédita para apresentação de resultados em agosto.
Segundo dados do Ministério do Turismo, marroquinos seguem sendo maioria entre turistas árabes no Brasil. Contudo, número apresentou queda em relação a 2017.
Estimativa sobre o Public Investment Fund (PIF) é do Instituto Internacional de Finanças (IIF). Valor pode chegar a US$ 400 bilhões em 2020.
Empresa de açaí com sede em Barueri já atende 16 países e pretende que os países árabes sejam seu terceiro maior mercado até 2021.
Os dois países do Golfo anunciaram programas de residência permanente para estrangeiros com o objetivo de movimentar suas economias.
Sauditas estão no Brasil para promover o ‘Adaá Health Program’, que reúne e compartilha soluções e bons resultados na área de saúde. Órgão expõe em feira médica na capital paulista.
O número de visitantes cresceu 2% em relação ao mesmo período de 2018. Índia continua sendo principal país emissor, seguida da Arábia Saudita e Reino Unido.
País teve entradas de US$ 65,4 bilhões e gastos de US$ 58 bilhões de janeiro a março, o que resultou em superávit de US$ 7,4 bilhões.

